Messi vem fazendo uma Copa histórica, tanto que já virou o maior artilheiro de todos os tempos da competição (Roberto SCHMIDT/AFP)
Repórter
Publicado em 9 de julho de 2026 às 10h05.
Última atualização em 9 de julho de 2026 às 10h06.
As quartas de final da Copa do Mundo de 2026 começam hoje a partir das 17h com a partida entre França e Marrocos. Os europeus estão com 100% de aproveitamento neste Mundial e buscam a terceira final seguida, com Mbappé em estado de graça. O "imperador" já marcou sete gols.
Do outro lado, Marrocos segue fazendo uma campanha sólida, como era esperado no início desta Copa após o quarto lugar histórico conquistado em 2022 no Catar.
Para entrar no clima dessa fase do torneio, a EXAME preparou um guia dos oito destaques das oito nações que chegaram até aqui no maior torneio de futebol do planeta.

Kylian Mbappé continua a escrever sua história como um dos maiores nomes da Copa. Aos 27 anos, já acumula 19 gols em Copas do Mundo. Com cinco jogos disputados nesta edição, ele já balançou a rede sete vezes. Está atrás somente de Messi na artilharia histórica do Mundial.
Ayyoub Bouaddi: com apenas 18 anos, o meio-campista é titular de Marracos na Copa do Mundo (Kevin C. Cox/Getty Images/AFP)
Bouaddi surgiu como uma das revelações da Copa do Mundo de 2026. Jovem e habilidoso, tornou-se peça fundamental na campanha do Marrocos, mostrando personalidade em jogos decisivos e chamando atenção de grandes clubes europeus. Sua principal característica é a versatilidade: Bouaddi atua como meio-campista criativo, mas também ajuda na marcação.
Mikel Oyarzabal durante jogo das oitavas de final contra Portugal na Copa do Mundo (EFE)
Mikel Oyarzabal é o grande destaque da seleção espanhola. Com 4 gols marcados, incluindo dois contra a Áustria, ele se consolidou como peça-chave no ataque. Sua presença é ainda mais simbólica porque representa uma fidelidade rara no futebol moderno: desde o início da carreira, veste apenas a camisa da Real Sociedad, clube que o formou. Ele também foi o primeiro espanhol desde Butragueño em 86 a marcar dois gols em mata-mata de Copa. O atacante também entrou para a história pelo lado negativo: foi o primeiro jogador registrado, desde 1966, a jogar os primeiros 30 minutos de uma partida da Copa do Mundo e não tocar na bola uma única vez. Quase um 'fantasma'
Lukaku comemora seu gol na vitória contra os EUA por 4 a 1 nas oitavas de final da Copa (STEPHEN BRASHEAR/EFE)
Romelu Lukaku já marcou três gols até aqui nesta edição da Copa do Mundo - balançou as redes contra Senegal, Nova Zelândia e EUA, quando fez uma dancinha que viralizou ao tirar sarro de Donald Trump. Mesmo não começando como titular, é uma arma muito importante para o técnico Rudi Garcia. Lukaku, aliás, ultrapassou Marc Wilmots e tornou-se o maior artilheiro da história dos Diabos Vermelhos em Mundiais, com seis gols.

Erling Haaland é o símbolo da surpreendente campanha da Noruega. Com sua força física e precisão, já marcou 7 gols em apenas quatro jogos e levou o país a uma inédita classificação para as quartas de final. O atacante do Manchester City se tornou o rosto da nova geração escandinava, que inclusive castigou o Brasil nas oitavas de final.
Harry Kane comemora após marcar o segundo gol da Inglaterra na vitória sobre a República Democrática do Congo, em partida válida pela fase de 16 avos de final da Copa do Mundo ((Foto: Odd Andersen / AFP))
Harry Kane segue como o capitão e maior artilheiro da Inglaterra em Copas, com 14 gols no total. Em 2026, já balançou as redes 6 vezes e lidera uma seleção que busca repetir o feito de 1966.
Lionel Messi, da Argentina: equipe venceu o Egito de virada nesta terça-feira, 7 (CHANDAN KHANNA / AFP)
Lionel Messi, aos 39 anos, mostra que ainda é decisivo. Com 21 gols em Copas, é o maior artilheiro da história do torneio. Nesta edição, já marcou 8 vezes e lidera a Argentina em busca do tetracampeonato no torneio.
Granit Xhaka comemora classificação dramática que veio nos pênaltis contra a Colômbia na Copa de 2026 (Bob Frid/EFE)
Granit Xhaka é o capitão da Suíça em sua quarta Copa do Mundo. Mais do que gols, sua importância está na liderança. O meio-campista foi fundamental na classificação contra a Colômbia e encara Messi como o maior desafio de sua carreira.