Transforme seu carro ou moto em crédito rápido e seguro, com taxas a partir de 1,40 % a.m. e prazo de até 60 meses.
Simule grátis em 1 minNo CDC, o comprador já é o dono do veículo desde a assinatura do contrato, mas ele fica alienado ao banco (dado como garantia) até o fim das parcelas. No leasing, a instituição financeira é a dona do veículo durante todo o contrato, e o cliente paga um valor mensal para usá-lo, podendo optar por comprá-lo ao final pelo valor residual combinado. O CDC costuma ser a opção mais usada por pessoas físicas para comprar um carro; o leasing é mais comum em contratos empresariais ou para quem prefere trocar de veículo com frequência.
O CET (Custo Efetivo Total) reúne, num único percentual, a taxa de juros mais todas as tarifas, seguros e impostos embutidos no financiamento. Duas propostas com a mesma taxa de juros nominal podem ter custos finais bem diferentes dependendo do CET, porque taxas e seguros adicionais aumentam o valor total pago sem aparecer na taxa de juros anunciada. Por lei, as instituições financeiras são obrigadas a informar o CET antes da contratação. É ele, não só a taxa de juros, que deve ser comparado entre propostas.
Para solicitar o financiamento de um veículo, é necessário atender a algumas exigências básicas. O comprador deve estar com o nome limpo, ou seja, sem restrições nos órgãos de proteção ao crédito, como SPC e Serasa. Além disso, a instituição financeira também verifica a renda mensal do solicitante para garantir que ele terá condições de pagar as parcelas. O financiamento pode ser solicitado por pessoas físicas ou jurídicas.
A taxa de juros varia de acordo com o perfil de crédito do comprador, o valor financiado, e o prazo de pagamento. Em geral, quanto maior o número de parcelas, maior será a taxa de juros. O prazo pode variar entre 12 e 60 meses, dependendo da instituição financeira e do valor financiado. Além disso, a entrada (percentual do valor total do veículo pago de forma antecipada) também pode influenciar nas condições do financiamento.
A maioria dos financiamentos de veículo usa a Tabela Price, com parcelas fixas calculadas pela fórmula PMT = PV × [i × (1+i)ⁿ] ÷ [(1+i)ⁿ − 1], onde PV é o valor financiado, i é a taxa de juros mensal e n é o número de parcelas. Exemplo: um veículo de R$60.000, com entrada de R$15.000 (25%), financia R$45.000 em 48 meses a 1,3% ao mês, e o resultado é uma parcela de aproximadamente R$1.266, totalizando cerca de R$60.770 pagos, dos quais R$15.770 são juros.
O valor da parcela é definido pelo montante financiado, pela taxa de juros e pelo prazo acordado: quanto maior o prazo, menor a parcela mensal, mas maior o total pago em juros ao final do contrato. Em alguns contratos existe carência inicial, período em que o pagamento só começa alguns meses após a assinatura, o que aumenta ainda mais o total de juros.
O valor da entrada pode variar, mas geralmente é exigido um pagamento inicial de 20% a 30% do valor do veículo. Quanto maior a entrada, menores serão as parcelas mensais.
Sim, é possível financiar veículos usados, mas as condições de financiamento podem ser diferentes das de veículos novos. A taxa de juros tende a ser mais alta para carros usados.
Sim, o financiamento pode ser quitado antecipadamente, com possibilidade de redução de juros. No entanto, o comprador deve verificar se há alguma cobrança de taxas adicionais para a quitação antecipada.
Em alguns casos, a instituição financeira pode exigir a contratação de um seguro, que cobre o valor do veículo em caso de sinistro. Esse seguro pode ser incluído no valor financiado, o que aumenta o total do crédito.