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Quantos governadores tentam reeleição em 2026?

Menos da metade dos governadores eleitos em 2022 tenta o segundo mandato consecutivo

O primeiro turno  das eleições será realizado em 4 de outubro. Nos estados e no Distrito Federal em que nenhum candidato alcançar mais da metade dos votos válidos, haverá segundo turno em 25 de outubro (Arquivo/Agência Brasil)

O primeiro turno das eleições será realizado em 4 de outubro. Nos estados e no Distrito Federal em que nenhum candidato alcançar mais da metade dos votos válidos, haverá segundo turno em 25 de outubro (Arquivo/Agência Brasil)

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Publicado em 19 de setembro de 2026 às 01h13.

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Eleitos para o primeiro mandato nas eleições de 2022, nove governadores agora tentam permanecer por mais quatro anos à frente dos respectivos Executivos estaduais. O grupo representa um terço dos 27 Executivos estaduais, considerando os 26 estados e o Distrito Federal.

São eles:

O primeiro turno das eleições será realizado em 4 de outubro. Nos estados e no Distrito Federal em que nenhum candidato alcançar mais da metade dos votos válidos, haverá segundo turno em 25 de outubro. Os eleitos tomarão posse no dia 6 de janeiro de 2027.

Em 18 estados, a disputa não envolve o governador eleito em 2022 em busca de um segundo mandato consecutivo. Em parte desses casos, os titulares deixaram os cargos para disputar outras eleições e foram substituídos pelos vice-governadores, que passaram a concorrer ao governo em outubro.

Desistências e barreiras em 2026

A regra constitucional permite aos chefes do Executivo uma única reeleição consecutiva. Por isso, os governadores que já cumpriram dois mandatos seguidos não podem disputar novamente o mesmo cargo. A configuração de 2026 também é resultado das mudanças ocorridas ao longo do atual mandato, com governadores deixando os cargos para concorrer ao Senado ou a outras posições.

Enquanto nove gestores buscam a recondução ao cargo, ao menos 10 dos 27 governadores eleitos em 2022 optaram por ficar completamente fora das urnas. São eles:

  • Paulo Dantas (MDB) - Alagoas;

  • Ibaneis Rocha (MDB) - Distrito Federal; 

  • Carlos Brandão (MDB) - Maranhão;

  • Ratinho Júnior (PSD) - Paraná;

  • Claúdio Castro (PL) - Rio de Janeiro (inelegível pelo TSE);

  • Fátima Bezerra (PT) - Rio Grande do Norte;

  • Eduardo Leite (PSD) - Rio Grande do Sul;

  • Marcos Rocha (PSD) - Rondônia;

  • Antonio Denarium (Republicanos) - Roraima (teve o mandato cassado pelo TSE);

  • Wanderlei Barbosa (Republicanos) - Tocantins.

Já entre candidatos à reeleição, três são do PT: na Bahia, Jerônimo Rodrigues, no Ceará, Elmano de Freitas e, no Piauí, Rafael Fonteles. 

Pelo PSD, Raquel Lyra (Pernambuco) e Fábio Mitidieri (Sergipe).

União Brasil, com Clécio Luís, no Amapá.

PP, PL e Republicanos têm um cada, que são Eduardo Riedel, em Mato Grosso do Sul; Jorginho Mello, em Santa Catarina; e Tarcísio de Freitas, em São Paulo, respectivamente.

Herdeiros políticos

O cenário eleitoral de 2026 também conta com atuais ocupantes dos governos estaduais que disputam o pleito, mas em uma condição diferente: eles assumiram o cargo ao longo do mandato e agora buscam conquistar o seu primeiro mandato próprio, sem serem classificados como candidatos à reeleição no mesmo sentido dos governadores eleitos em 2022. 

Os candidatos são:

  • Mailza Assis (PP - Acre);

  • Roberto Cidade (União Brasil - Amazonas); 

  • Celina Leão (PP - Distrito Federal);

  • Ricardo Ferraço (MDB - Espírito Santo);

  • Daniel Vilela (MDB - Goiás);

  • Otaviano Pivetta (Republicanos - Mato Grosso);

  • Mateus Simões (PSD - Minas Gerais);

  • Hana Ghassan (MDB - Pará);

  • Lucas Ribeiro (PP - Paraíba). 

Acompanhe tudo sobre:Eleições 2026

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