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Por onde andam os campeões olímpicos de 2016?

Seleção comandada por Rogério Micale conquistou o primeiro ouro do futebol masculino brasileiro; veja o destino dos 18 jogadores

seleção campeã: jogadores que disputaram o torneio tiveram futuros diferenciados (Roberto Castro/Brasil2016)

seleção campeã: jogadores que disputaram o torneio tiveram futuros diferenciados (Roberto Castro/Brasil2016)

Gabriella Brizotti
Gabriella Brizotti

Colaboradora

Publicado em 20 de agosto de 2026 às 20h38.

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Há dez anos, o Brasil entrava para a história do futebol masculino. Em 20 de agosto de 2016, a seleção conquistou o primeiro ouro olímpico da modalidade nos Jogos do Rio de Janeiro, diante de mais de 63 mil torcedores no Maracanã.

A decisão contra a Alemanha terminou empatada por 1 a 1 após 120 minutos. Neymar abriu o placar, mas Meyer deixou tudo igual para os alemães. Na disputa por pênaltis, Weverton defendeu a cobrança de Petersen, e Neymar converteu a última batida brasileira para garantir a medalha de ouro.

O título também teve um peso especial por acontecer em casa, quatro anos depois da derrota para o México na final dos Jogos de Londres. Comandada por Rogério Micale, a equipe tinha nomes que posteriormente construiriam carreiras importantes no futebol mundial.

Onde estão os campeões?

Dez anos depois, parte daquela seleção continua em atividade. Neymar segue no Santos e disputou a Copa do Mundo de 2026, enquanto Marquinhos permanece no Paris Saint-Germain e também esteve no Mundial.

Gabriel Jesus, que deixou o Palmeiras para o Manchester City durante os Jogos de 2016, atualmente defende o Arsenal. Felipe Anderson, outro nome daquela equipe, retornou ao futebol brasileiro e joga pelo Palmeiras.

Entre os jogadores que construíram trajetórias de destaque no Brasil está Weverton, herói na decisão por pênaltis. Depois de oito temporadas no Palmeiras, o goleiro acertou com o Grêmio no início de 2026.

Gabigol, que deixou o Santos rumo à Inter de Milão durante a competição olímpica, também voltou ao clube que o revelou. Em agosto deste ano, o atacante alcançou a marca de 100 gols pelo Santos.

Outros integrantes da geração também mudaram de rumo. Luan, destaque do Grêmio campeão da Libertadores de 2017, não atua profissionalmente desde 2024. Rodrigo Caio se aposentou e chegou a trabalhar como auxiliar técnico no Flamengo, enquanto Renato Augusto também pendurou as chuteiras e passou a atuar como comentarista.

Já jogadores como Douglas Santos, William, Walace, Thiago Maia, Luan e Rodrigo Dourado seguiram carreiras por diferentes clubes do Brasil e do exterior.

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