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Dia D da vacinação acontece neste sábado; veja quem pode se vacinar

Campanha oferece vacinas contra mais de 20 doenças para crianças e adolescentes de até 14 anos; ação segue até 1º de setembro

Publicado em 22 de agosto de 2026 às 11h04.

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O Dia D da Campanha Nacional de Multivacinação acontece neste sábado, 22, em todo o país, com a oferta de vacinas contra mais de 20 doenças. A mobilização é voltada principalmente a crianças e adolescentes menores de 15 anos e segue até 1º de setembro.

Os responsáveis podem levar os menores a Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e outros pontos de vacinação para conferir e atualizar a caderneta. As doses são oferecidas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), conforme a idade e o histórico vacinal.

Quais vacinas estão disponíveis

A campanha oferece doses contra doenças como sarampo, poliomielite, meningites, influenza, covid-19, febre amarela, dengue e HPV. Também fazem parte da estratégia vacinas como BCG, hepatite B, rotavírus, varicela e tríplice viral.

A campanha deste ano também conta pela primeira vez com a vacina pneumocócica 20-valente (Pneumo 20), incorporada ao Calendário Nacional de Vacinação em junho. O imunizante amplia a proteção contra doenças causadas pelo pneumococo, incluindo pneumonias e meningites.

Onde há reforço contra o sarampo

Em meio ao aumento de casos de sarampo nas Américas e ao registro de casos importados no Brasil, o Ministério da Saúde mantém uma estratégia específica em Guarulhos, São Bernardo do Campo e São Paulo.

Nesses municípios, a vacinação contra o sarampo está indicada de forma indiscriminada para pessoas de 6 meses a 59 anos. A medida busca evitar a reintrodução da circulação da doença no país.

Entre 3 e 14 de agosto, mais de 529,8 mil doses da vacina tríplice viral foram aplicadas nas três cidades. Crianças de 5 a 11 anos receberam 87,2 mil dessas doses, o equivalente a 16,5% do total.

O Brasil recebeu em novembro de 2024 a recertificação da eliminação da circulação endêmica do sarampo pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). O país mantém o status, mas o registro de casos importados aumenta o risco de reintrodução da doença.

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