Plenário do Senado Federal (Jefferson RudyAgência Senado)
Colaboradora
Publicado em 11 de setembro de 2026 às 18h51.
Última atualização em 11 de setembro de 2026 às 21h21.
A disputa pelas vagas de Minas Gerais ao Senado segue acirrada. Marília Campos (PT) aparece numericamente à frente na disputa pelo Senado em Minas Gerais, com 12% das intenções de voto, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira, 11.
Carlos Viana (PSD) e Aécio Neves (PSDB) vêm na sequência, ambos com 10%, seguidos por Domingos Sávio (PL), com 8%, e Marcelo Aro (PP), com 6%. O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal Folha de S. Paulo.
Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são mostrados aos eleitores, 75% estão indecisos.
Neste ano, serão eleitos dois senadores em cada estado e no Distrito Federal, para renovar 54 das 81 cadeiras. Por isso, cada eleitor precisa votar em dois candidatos diferentes. Não é possível escolher o mesmo nome duas vezes.
Veja o cenário atual da pesquisa Datafolha:
Foram entrevistados 1.204 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 8 e 10 de setembro.
A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número MG-01611/2026.
Neste ano, o eleitor mineiro precisa votar em dois candidatos ao Senado, e não em apenas um, porque 2026 é o ano em que cada estado e o Distrito Federal renovam duas das suas três cadeiras na Casa.
É por isso que o eleitor vê seis fotos na urna eletrônica ao votar para senador: três ao escolher o primeiro nome e mais três ao escolher o segundo.
Essas pessoas "extras" que aparecem na tela não são outros candidatos a senador, mas sim os suplentes.
Cada candidato ao Senado concorre em uma chapa formada por três pessoas: o titular, o primeiro suplente e o segundo suplente.
Ao votar no titular, o eleitor automaticamente vota também nos dois suplentes dele, que são seus eventuais substitutos.
Os suplentes ganham menos destaque nas campanhas, mas a lei exige que seus nomes apareçam em toda a propaganda eleitoral do candidato titular, ainda que em letras pequenas.
Um suplente assume o mandato de senador quando o titular:
Quem assume primeiro é o primeiro suplente. O segundo suplente só entra em cena se o primeiro também não puder exercer o cargo. Cada partido escolhe seu candidato a senador e os dois suplentes durante as convenções partidárias, e essa composição precisa permanecer a mesma até o fim do mandato.
As duas vagas de Minas Gerais no Senado serão preenchidas pelos dois candidatos mais votados no estado em outubro, sem necessidade de segundo turno para esse cargo.