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Fórmula 1 aprova mudança nos motores para 2027

Mudança reduz uso de energia elétrica nos carros após críticas de pilotos como Max Verstappen

Fórmula 1: confira o que deve mudar nos motores para o ano que vem  (Mike Blake/Reuters)

Fórmula 1: confira o que deve mudar nos motores para o ano que vem (Mike Blake/Reuters)

Maria Eduarda Lameza
Maria Eduarda Lameza

Estagiária de jornalismo

Publicado em 8 de maio de 2026 às 22h07.

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A Fórmula 1, a FIA, equipes e fabricantes de motores chegaram a um acordo para alterar os regulamentos das unidades de potência a partir de 2027. A decisão foi tomada nesta sexta-feira, 8, após críticas de pilotos sobre o impacto dos novos motores no estilo de corrida.

As mudanças ainda dependem de aprovação formal, mas a proposta prevê uma redução da participação da energia elétrica no desempenho dos carros. O objetivo é diminuir a necessidade de gerenciamento de energia durante as voltas.

Atualmente, os motores operam com divisão próxima de 50% entre combustão interna e energia elétrica. A partir de 2027, a proporção passará para cerca de 60% para o motor a combustão e 40% para a parte híbrida.

A potência da unidade híbrida será reduzida de 350 kW para 300 kW. Também haverá aumento no fluxo de combustível destinado ao motor de combustão interna.

Segundo a categoria, as alterações devem permitir que os pilotos acelerem de forma contínua, sem necessidade frequente de recuperação de energia ou redução de velocidade em trechos de reta.

Verstappen criticou regras atuais

O tetracampeão Max Verstappen foi um dos principais críticos das regras atuais. O piloto da Red Bull classificou os motores como “Formula E com esteroides” e afirmou estar insatisfeito com a direção técnica da categoria.

Após o GP de Miami, o atual campeão Lando Norris também comentou as mudanças feitas para reduzir os efeitos do gerenciamento de energia. Segundo o britânico, os ajustes representaram “um pequeno passo”, mas ainda insuficiente para o padrão esperado da Fórmula 1.

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