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Entre o peso da camisa e uma nova era: como a Inglaterra chegou à semifinal da Copa

Com uma base renovada e protagonistas de diferentes gerações, a seleção inglesa supera desafios e chega forte à reta final da Copa

Bellingham: jogador é um dos destaques da Inglaterra  (Marc Atkins/Getty Images)

Bellingham: jogador é um dos destaques da Inglaterra (Marc Atkins/Getty Images)

Gabriella Brizotti
Gabriella Brizotti

Colaboradora

Publicado em 15 de julho de 2026 às 07h21.

A Inglaterra chega à semifinal da Copa do Mundo de 2026 como uma das seleções mais consistentes do torneio. Depois de bater na trave em competições recentes, a equipe inglesa aposta em uma mistura de jogadores experientes e uma nova geração de talentos para tentar conquistar o segundo título mundial da sua história.

Sob o comando de Thomas Tuchel, a Inglaterra manteve a estrutura de uma equipe que ganhou protagonismo nos últimos anos, mas também passou por mudanças importantes. A seleção deixou de depender apenas do talento individual de Harry Kane e passou a contar com mais alternativas ofensivas, velocidade pelos lados e um meio-campo com maior capacidade de criação.

Durante a Copa, a Inglaterra precisou administrar desgaste físico, mudanças na formação e alguns problemas médicos, mas conseguiu manter regularidade e chegar forte na fase decisiva.

Fase de grupos

A Inglaterra começou a competição mostrando força ofensiva e controle dos jogos, confirmando o favoritismo no seu grupo.

Inglaterra 4 x 2 Croácia

A estreia mostrou uma equipe equilibrada, com segurança defensiva e eficiência no ataque.
Gols: Harry Kane (2),  Jude Bellingham e Marcus Rashford.
Lesões: sem grandes problemas físicos após a partida.

Inglaterra 0 x 0 Gana

Foi um duelo bastante disputado, em que Gana soube se defender e deu bastante trabalho ao elenco comandado por Thomas Tuchel.

Inglaterra 2 x 0 Panamá

Contra os panamenhos, uma vitória tranquila, que confirmou a vaga inglesa no mata-mata da competição.

Gols: Jude Bellingham e Harry Kane

Mata-mata

Nas fases eliminatórias, a Inglaterra mostrou uma característica importante: conseguiu controlar momentos de pressão e encontrar soluções mesmo em partidas mais equilibradas.

Inglaterra 2 x 1 RD Congo - 16avos de final

Em um jogo mais fechado, a Inglaterra mostrou maturidade para controlar o ritmo e buscar o resultado. A equipe saiu atrás do placar, mas garantiu a virada e classificação.

Gols: Harry Kane (2).

México 2 x 3 Inglaterra – oitavas de final

Em um duelo com vários gols, a Inglaterra soube administrar o resultado e garantir a classificação. Foi um dos duelos mais complicados para os ingleses durante todo o torneio, ainda mais que teve um jogador expulso durante o segundo tempo.

Gols: Harry Kane e Jude Bellingham (2).

Inglaterra 2 a 1 Noruega – quartas de final

Contra os noruegueses, os ingleses novamente saíram atrás do placar e precisaram virar o jogo para garantir a classificação às semis. Mesmo assim, contou com a genialidade de Bellingham para vencer o confronto.

Gols: Harry Kane; Jude Bellingham;

Principais destaques da campanha inglesa

Harry Kane continua sendo o grande líder ofensivo da seleção. Além dos gols, exerce papel fundamental na organização do ataque. Já Jude Bellingham é o principal símbolo da nova geração inglesa. Atua como meia completo, participando da criação, marcação e chegada ao ataque.

Por outro lado, Bukayo Saka é uma das principais armas pelos lados do campo. Sua velocidade e capacidade de decisão deram mais variedade ao ataque inglês. Já Declan Rice vem sendo fundamental no equilíbrio defensivo do meio-campo, dando liberdade para os jogadores mais ofensivos brilharem.

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