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Projetando Copa sem europeus, supercomputador aponta Brasil na final do Mundial de 2030

A Uefa ameaça não participar da próxima Copa do Mundo após um plano polêmico da Fifa, e a projeção, sem as seleções da Europa, coloca o Brasil na decisão do Mundial de 2030

Carlo Ancelotti: na simulação, o Brasil enfrentara a Argentina na final da Copa do Mundo de 2030

Carlo Ancelotti: na simulação, o Brasil enfrentara a Argentina na final da Copa do Mundo de 2030

Alan Favaron
Alan Favaron

Colaborador

Publicado em 31 de julho de 2026 às 13h55.

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A possibilidade de um boicote das seleções europeias à Copa do Mundo de 2030 segue repercutindo no futebol internacional. Diante desse cenário, um supercomputador simulou como seria o próximo Mundial sem a participação das equipes filiadas à Uefa e apontou o Brasil como vice-campeão da competição.

A projeção, divulgada nesta sexta-feira, 31, pelo jornal britânico The Sun, foi produzida pela plataforma CasinoHawks e considera um cenário em que as 55 federações ligadas à Uefa cumprem a ameaça de boicotar os torneios da Fifa.

Na simulação, a final seria disputada entre Brasil e Argentina, com os argentinos levando a melhor e conquistando o título mundial. O levantamento, porém, não divulga os placares das partidas, apenas os vencedores de cada confronto.

Como seria a Copa do Mundo de 2030

Sem as seleções europeias na disputa, o Brasil teria um caminho diferente rumo à final da Copa do Mundo de 2030. Na fase eliminatória, a Seleção Brasileira eliminaria a Coreia do Sul na primeira rodada do mata-mata. Em seguida, superaria Colômbia, Japão e Nigéria para garantir vaga na decisão.

Já a Argentina eliminaria Costa do Marfim, México, Marrocos e Uruguai antes de derrotarem o Brasil na grande final.

Além disso, a ausência dos países europeus abriria espaço para diversas seleções fazerem sua estreia em Copas do Mundo. Segundo a simulação, Guatemala, Vietnã, Zâmbia, Bahrein, Uganda, Burkina Faso, Benin, Tailândia, Omã, Palestina, Guiné, Tajiquistão, Síria, Moçambique, Gabão, Madagascar e Guiné Equatorial disputariam o Mundial pela primeira vez.

Além delas, Venezuela e Mali também estreariam na competição e ainda conseguiriam avançar à fase eliminatória.

Boicote ganhou força após plano da Fifa

A hipótese de um boicote europeu ganhou força após a Fifa anunciar o plano de criar uma empresa para administrar os direitos comerciais de suas principais competições e vender uma participação minoritária da companhia para investidores privados.

A proposta desagradou a Uefa, que criticou publicamente a iniciativa e passou a discutir uma reação conjunta com suas federações filiadas. Em nota oficial, a entidade europeia afirmou que o projeto ultrapassa os limites da governança do futebol e questionou a falta de transparência no processo, alegando que a comercialização dos direitos das competições coloca em risco a independência das instituições responsáveis pelo esporte.

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