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O CEO Mark Zuckerberg exibe o protótipo do Muse Charm, novo dispositivo dedicado ao assistente de inteligência artificial da empresa. (Reprodução)
Editor de Inteligência Artificial e Tecnologia
Publicado em 23 de setembro de 2026 às 21h33.
A Meta apresentou o Muse Charm, um pequeno aparelho físico criado para dar acesso ao seu assistente pessoal de inteligência artificial Muse sem precisar desbloquear o celular ou abrir um aplicativo. Com formato semelhante ao de um relógio inteligente sem pulseira, o dispositivo tem tela, sensor de impressão digital, câmera e microfones, e pode ser carregado no pescoço ou na bolsa. Ainda em fase de protótipo, a Meta pretende lançar o produto em dezembro, como mais uma peça da estratégia de levar o Muse para diferentes dispositivos e superfícies do cotidiano.
Além dos óculos e do headset de realidade virtual, a Meta reservou uma última surpresa para o fim de sua apresentação no Meta Connect desta quarta-feira, 23: um aparelho físico dedicado ao Muse, seu assistente pessoal de inteligência artificial. O produto, chamado Muse Charm, foi mostrado brevemente pelo CEO Mark Zuckerberg ao final do evento.
O aparelho lembra um relógio inteligente robusto sem a pulseira — basicamente uma tela grande, presa a um cordão que permite carregá-lo pendurado no pescoço ou na bolsa.
No canto superior direito, há um sensor de impressão digital que ativa o dispositivo e permite começar a falar diretamente com o assistente. Há também uma pequena câmera e pelo menos três furos na frente, aparentemente para microfones.
Para quem não acompanhou o lançamento, o Muse foi apresentado pela Meta como o primeiro agente de inteligência artificial pessoal do mundo: diferente de um chatbot comum, que só responde perguntas, ele executa tarefas sozinho — assume projetos, mantém compromissos em dia e transforma metas de longo prazo em planos de ação.
Basta dar ao agente um objetivo para que ele continue trabalhando de forma autônoma, aprendendo com conversas anteriores. O assistente já é o aplicativo gratuito mais baixado da App Store nos Estados Unidos, com mais de 2,5 milhões de downloads desde o lançamento, sucesso que ajudou a elevar a fortuna pessoal de Zuckerberg, hoje entre as cinco maiores do mundo.
Segundo Zuckerberg, não é preciso desbloquear o celular nem abrir nenhum aplicativo para usar o Charm, basta o toque no sensor. Ele não detalhou, porém, como o aparelho efetivamente se conecta aos servidores da Meta para processar os comandos.
A Meta pretende lançar o Charm "a tempo das festas de fim de ano", em dezembro — mas, segundo o próprio Zuckerberg, a empresa "só construiu algumas unidades até agora", e ainda precisa definir o "material de acabamento" final do produto.
Ao longo da apresentação, ele fez questão de provocar a curiosidade do público, mencionando um possível design com parte externa translúcida, que deixaria à mostra os componentes internos do aparelho, o que ele chamou de "estética elevada de hacker". Zuckerberg prometeu compartilhar mais detalhes "em breve".
O Muse Charm completa um dia de anúncios em que a Meta reformulou praticamente toda sua linha de dispositivos vestíveis: óculos sem câmera focados em áudio, uma nova geração de óculos com câmera, e um headset de realidade virtual mais barato e leve que o Vision Pro, da Apple.
A lógica por trás de todos eles é a mesma — colocar o Muse Spark, o modelo de IA que dá vida ao Muse, em cada vez mais superfícies físicas do dia a dia do usuário, das lentes de um óculos a um pingente que fica pendurado no peito.
O Muse Charm é um aparelho físico criado pela Meta para dar acesso ao assistente pessoal de inteligência artificial Muse. O dispositivo tem uma tela, sensor de impressão digital, câmera e microfones e pode ser carregado pendurado no pescoço ou na bolsa.
O aparelho permite conversar diretamente com o Muse sem precisar desbloquear o celular ou abrir um aplicativo. Segundo Mark Zuckerberg, basta tocar no sensor de impressão digital para ativar o dispositivo e começar a falar com o assistente.
O Muse foi apresentado pela Meta como um agente pessoal de inteligência artificial capaz de executar tarefas de forma autônoma, assumir projetos, manter compromissos em dia e transformar objetivos de longo prazo em planos de ação.
Não. O Muse Charm ainda está em fase de protótipo. Segundo Zuckerberg, a Meta construiu apenas algumas unidades e ainda precisa definir o acabamento final do produto.
A Meta pretende lançar o aparelho em dezembro, a tempo das festas de fim de ano. A empresa ainda não apresentou todos os detalhes do produto.
O aparelho lembra um relógio inteligente robusto sem pulseira. Ele tem uma tela grande presa a um cordão, permitindo carregá-lo no pescoço ou na bolsa. O dispositivo também possui sensor de impressão digital, uma pequena câmera e furos aparentemente destinados a microfones.
O Muse Spark é o modelo de inteligência artificial que dá vida ao Muse. A estratégia da Meta é colocar essa tecnologia em diferentes superfícies físicas do cotidiano, incluindo óculos e dispositivos como o Muse Charm.
A estratégia apresentada pela empresa é levar o Muse para cada vez mais superfícies físicas do dia a dia do usuário, ampliando o acesso ao assistente para além do celular e de aplicativos tradicionais.