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Você já usa o Muse? 7 formas de utilizar o agente pessoal da Meta e otimizar sua rotina no trabalho

Muse foi desenvolvido para realizar tarefas em várias etapas e continuar trabalhando em segundo plano, segundo a Meta

Você já usa o Muse? 7 formas de utilizar o agente pessoal da Meta e otimizar sua rotina no trabalho (Meta/Divulgação)

Você já usa o Muse? 7 formas de utilizar o agente pessoal da Meta e otimizar sua rotina no trabalho (Meta/Divulgação)

Publicado em 21 de setembro de 2026 às 15h34.

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A inteligência artificial ganhou uma nova função no ambiente de trabalho: executar tarefas, e não apenas responder perguntas. É nesse cenário que a Meta apresentou o Muse, um agente pessoal capaz de navegar na internet, interagir com aplicativos e realizar atividades em várias etapas.

Segundo a Meta, o Muse funciona em um computador virtual próprio, com navegador, e pode ser conectado a serviços usados no dia a dia. A proposta é que o profissional descreva o que precisa fazer e deixe o agente conduzir parte da execução.

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1. Fazer pesquisas para projetos

Uma das aplicações do Muse é conduzir pesquisas em várias etapas. Em vez de pedir apenas uma resposta, o profissional pode delegar uma tarefa mais ampla, como levantar informações sobre um mercado, organizar referências e reunir os principais pontos encontrados.

A ferramenta consegue navegar pela web e trabalhar de forma autônoma durante a execução. Isso pode ser útil em atividades que exigem levantamento inicial de informações antes de uma apresentação, reunião ou projeto.

O resultado, porém, ainda precisa ser revisado. Dados, fontes e interpretações devem ser conferidos antes de entrarem em um documento ou decisão profissional.

2. Organizar compromissos e tarefas

O Muse também pode atuar sobre atividades relacionadas à organização da rotina. A Meta afirma que o agente pode se conectar ao calendário e acompanhar objetivos, lembretes e tarefas.

Na prática, isso permite delegar atividades como organizar compromissos, acompanhar prazos ou estruturar etapas necessárias para alcançar determinado objetivo.

Esse tipo de uso se aproxima de um assistente digital que não apenas registra uma solicitação, mas também pode executar etapas necessárias para concluí-la.

3. Criar documentos

Outra possibilidade é usar o Muse para produzir documentos. O agente pode gerar arquivos a partir de uma solicitação e trabalhar com informações obtidas durante uma pesquisa.

Um profissional poderia, por exemplo, pedir um levantamento sobre determinado tema e depois solicitar que as informações fossem organizadas em um documento.

A etapa humana continua importante para definir objetivo, público, contexto e critérios de qualidade. A inteligência artificial pode cuidar de parte da execução, mas a revisão evita que erros sejam incorporados ao material final.

4. Automatizar tarefas repetitivas

O ganho de tempo tende a aparecer principalmente em atividades que seguem etapas previsíveis. O Muse foi desenvolvido para executar ações na web, preencher formulários e interagir com serviços conectados.

Isso abre espaço para delegar tarefas administrativas que consomem tempo, mas exigem pouca tomada de decisão.

Em vez de realizar manualmente cada etapa, o profissional pode descrever o resultado esperado e acompanhar a execução, intervindo quando for necessário.

5. Acompanhar uma tarefa depois do expediente

Uma diferença entre um chatbot convencional e um agente é a capacidade de continuar trabalhando depois que o usuário fecha a aplicação. Segundo a Meta, o Muse pode permanecer ativo e retornar quando uma tarefa avançar ou quando precisar de aprovação.

Esse funcionamento pode ser útil em processos que não precisam de acompanhamento constante. Uma pesquisa mais extensa, por exemplo, pode continuar sendo processada enquanto o profissional realiza outras atividades.

A possibilidade também exige atenção aos níveis de acesso concedidos. O Muse pode atuar em nome do usuário, por isso é necessário definir quais aplicativos e ações podem ser utilizados pelo agente.

6. Transformar objetivos em planos de ação

O Muse também foi projetado para trabalhar com objetivos de longo prazo. A Meta afirma que o agente pode ajudar a transformar uma meta em um plano personalizado e coordenar recursos e tarefas para avançar na execução.

Para um profissional, isso pode significar dividir um projeto em etapas, organizar prioridades e acompanhar o que ainda precisa ser feito.

A aplicação é especialmente diferente do uso tradicional de chatbots porque o foco deixa de ser apenas gerar uma resposta e passa a ser conduzir um fluxo de trabalho.

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7. Criar ferramentas para tarefas específicas

De acordo com a Meta, o Muse pode até criar ferramentas próprias quando identifica que determinada tarefa precisa de um recurso que ainda não existe. A ferramenta também pode se conectar a aplicativos utilizados diariamente.

Isso amplia o conceito de automação. Em vez de utilizar apenas funcionalidades prontas, o agente pode adaptar sua atuação às necessidades apresentadas pelo usuário.

A mudança acompanha uma tendência mais ampla no mercado de trabalho. No Work Trend Index de 2026, a Microsoft analisou sinais de produtividade do Microsoft 365 e entrevistou 20 mil trabalhadores que usam IA em dez países. Segundo o estudo, 66% desses usuários afirmaram que a tecnologia permitiu dedicar mais tempo a atividades de maior valor.

O levantamento também aponta que agentes estão sendo incorporados a fluxos de trabalho que envolvem análise, resolução de problemas e execução de tarefas. Nesse contexto, saber delegar para a IA, acompanhar resultados e revisar entregas passa a fazer parte do uso profissional da tecnologia.

O Muse representa uma evolução desse modelo: em vez de simplesmente conversar com uma inteligência artificial, o usuário pode entregar a ela uma tarefa e acompanhar sua execução. Para profissionais, o principal desafio passa a ser identificar quais atividades podem ser delegadas sem comprometer controle, qualidade e segurança das informações.

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