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Quem é Maria Rita Serrano, nova presidente da Caixa Econômica Federal

Atualmente, ela é representante dos empregados no conselho de administração do banco; por isso, foi um dos nomes defendidos pelo sindicato da categoria

O presidente eleito Lula com a escolhida para chefiar a Caixa Econômica Federal, Maria Rita Serrano (Twitter/Reprodução)

O presidente eleito Lula com a escolhida para chefiar a Caixa Econômica Federal, Maria Rita Serrano (Twitter/Reprodução)

AO

Agência O Globo

Publicado em 30 de dezembro de 2022 às 12h40.

Última atualização em 30 de dezembro de 2022 às 13h11.

Escolhida nesta sexta-feira pelo futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad, como presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Rita Serrano atualmente é representante dos empregados no conselho de administração do banco. Por isso, ela foi um dos nomes defendidos pelo sindicato da categoria.

Quem é Rita Serrano?

Graduada em história e estudos sociais, Rita Serrano possui mestrado em administração e especialização em governança para conselheiros de administração. É empregada da Caixa desde 1989, tendo ocupado diversas funções. Foi presidente do Sindicato dos Bancários do ABC por dois mandatos, entre 2006 e 2012.

Em 2017 foi eleita conselheira pelos empregados, logo após encerrar seu mandato como suplente, iniciado em 2013, quando da primeira eleição para essa função na Caixa. Em 2018 lançou o livro Caixa, Banco dos Brasileiros, onde trata da história do banco e de sua relação para o desenvolvimento do Brasil, no mesmo ano foi coautora do livro Se é Público é para todos.

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Em artigo publicado recentemente, ela ataca as privatizações. "Em janeiro de 2023, assume o governo federal, Luiz Inácio Lula da Silva, que pretende retomar projeto de desenvolvimento do país, reorganizar o Estado utilizando investimentos públicos, advindos em parte das estatais, que devem ser fortalecidas, que como podemos verificar nos dados, tem capacidade de resiliência e potencial para contribuir com o país", defendeu.

Para ela, a "análise das experiências de países desenvolvidos mostra a viabilidade de diferentes tipos de gestão no setor público, com controle social, que possibilitam reduzir acentuadamente problemas relacionados à corrupção e à apropriação indevida por interesses privados".

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