Brasil

Novo caça Gripen FAB 4111 realiza 1º voo no Brasil

Aeronave decolou do Aeroporto Internacional de Navegantes, em Santa Catarina, com destino à Base Aérea de Anápolis, em Goiás

Primeiro voo no Brasil do Gripen FAB 4111 foi realizado nesta quarta-feir (FAB/Tenente Kelly/CECOMSAER/Divulgação)

Primeiro voo no Brasil do Gripen FAB 4111 foi realizado nesta quarta-feir (FAB/Tenente Kelly/CECOMSAER/Divulgação)

Da Redação
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Redação Exame

Publicado em 19 de novembro de 2025 às 18h30.

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Um novo caça decolou do Aeroporto Internacional de Navegantes (SC) nesta quarta-feira, 19, às 9h03. O F-39 Gripen de matrícula FAB 4111 partiu do terminal catarinense para realizar seu primeiro voo em solo brasileiro, com destino à Base Aérea de Anápolis (GO), onde pousou pouco mais de uma hora depois.

Essa foi a segunda operação do tipo realizada no aeroporto em 2025, mostrando que Navegantes pode ser um ponto de apoio para a chegada e a preparação dos novos caças da Força Aérea Brasileira (FAB).

O FAB 4111 chegou ao Brasil nesta sexta-feira, 14, após uma viagem marítima proveniente da Suécia. Após desembarque no porto, o caça percorreu as ruas da cidade até o aeroporto, onde foi submetido a ajustes técnicos pela equipe da SAAB antes de estar pronto para o voo.

"Mais uma vez participamos com nossas equipes numa ação colaborativa no apoio da missão de transbordo da aeronave Gripen conduzida pela FAB, reafirmando nossa posição logística e estratégica na região”, disse Wilson Rocha, gerente do aeroporto.

Conheça o F-39 Gripen

Com envergadura de 8,6 metros, 4,5 metros de altura e 14 metros de comprimento, o jato alcança uma velocidade máxima de 2.400 km/h. Além disso, pode operar a altitudes superiores a 16 mil metros, além de ser reconhecido por uma tecnologia avançada, aliada a um baixo custo de operação.

O programa Gripen Brasileiro é uma parceria entre o Brasil e a Suécia para o fornecimento e desenvolvimento de caças no país. O contrato, iniciado em 2013, abrange, além dos aviões, sistemas de suporte, assistência logística e equipamentos correlatos.

“Isso é um marco histórico. Pouquíssimos países do mundo têm essa capacidade. Temos o domínio de uma tecnologia de ponta, conseguimos formar profissionais de elevado conhecimento técnico e, ainda, fortalecemos a Base Industrial de Defesa", disse a Força Aérea Brasileira (FAB), em nota.

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