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Esta é a melhor capital para se viver no Brasil em 2026; veja ranking

IPS Brasil 2026 avaliou os 5.570 municípios brasileiros com base em 57 indicadores sociais e ambientais

Curitiba: capital foi considerada a melhor a se viver do Brasil. (Eduardo PA/Getty Images)

Curitiba: capital foi considerada a melhor a se viver do Brasil. (Eduardo PA/Getty Images)

Publicado em 20 de maio de 2026 às 10h37.

Última atualização em 20 de maio de 2026 às 10h54.

Curitiba foi apontada como a melhor capital para se viver no Brasil, segundo o IPS Brasil 2026. A cidade lidera o ranking das capitais com 71,29 pontos em uma escala de zero a 100.

O índice avaliou os 5.570 municípios brasileiros com base em 57 indicadores sociais e ambientais. Entre as capitais, Curitiba ficou à frente de Brasília (DF), com 70,73 pontos, e São Paulo (SP), com 70,64.

Na sequência aparecem Campo Grande (MS), com 69,77 pontos, e Belo Horizonte (MG), com 69,66. O ranking mostra diferenças de mais de 12 pontos entre a capital mais bem colocada e a última posição.

As melhores capitais do país

O levantamento coloca Curitiba como a única capital entre os cinco municípios com melhores notas do Brasil. No ranking geral, a cidade ficou atrás apenas de Gavião Peixoto (SP), Jundiaí (SP), Osvaldo Cruz (SP) e Pompéia (SP).

Entre as capitais, as dez primeiras posições ficaram com Curitiba (PR), Brasília (DF), São Paulo (SP), Campo Grande (MS), Belo Horizonte (MG), Goiânia (GO), Palmas (TO), Florianópolis (SC), João Pessoa (PB) e Cuiabá (MT).

A capital paranaense registrou 71,29 pontos, enquanto Cuiabá, décima colocada, teve 67,22 pontos.

As capitais com piores notas

Na outra ponta, Porto Velho, em Rondônia, aparece na última posição entre as capitais, com 58,59 pontos.

Macapá (AP) ficou em 26º lugar, com 59,65 pontos. Maceió (AL), com 61,96, Salvador (BA), com 62,18, e Recife (PE), com 63,22, também aparecem entre os menores resultados.

“Apesar do bom desempenho das capitais, todas apresentam sérias dificuldades no componente de inclusão social, com altos índices de violência contra minorias, famílias em situação de rua e baixa paridade de gênero e raça nas câmaras municipais”, afirmou Melissa Wilm, coordenadora do IPS Brasil.

O que o IPS Brasil mede

O Índice de Progresso Social mede a capacidade de uma sociedade de atender necessidades humanas básicas, garantir qualidade de vida e ampliar oportunidades para que os indivíduos atinjam seu potencial.

O IPS Brasil 2026 é dividido em três dimensões: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-estar e Oportunidades.

A média nacional foi de 63,40 pontos. Necessidades Humanas Básicas teve o melhor desempenho entre as dimensões, com 74,58 pontos. Fundamentos do Bem-estar registrou 68,81. Oportunidades teve a menor média, com 46,82.

Ranking das capitais no IPS Brasil 2026

  1. Curitiba (PR) — 71,29
  2. Brasília (DF) — 70,73
  3. São Paulo (SP) — 70,64
  4. Campo Grande (MS) — 69,77
  5. Belo Horizonte (MG) — 69,66
  6. Goiânia (GO) — 69,47
  7. Palmas (TO) — 68,91
  8. Florianópolis (SC) — 68,73
  9. João Pessoa (PB) — 67,73
  10. Cuiabá (MT) — 67,22
  11. Rio de Janeiro (RJ) — 67,00
  12. Porto Alegre (RS) — 66,94
  13. Natal (RN) — 66,82
  14. Aracaju (SE) — 66,35
  15. Vitória (ES) — 66,02
  16. Teresina (PI) — 66,02
  17. São Luís (MA) — 65,64
  18. Fortaleza (CE) — 65,15
  19. Boa Vista (RR) — 64,49
  20. Manaus (AM) — 63,91
  21. Belém (PA) — 63,90
  22. Rio Branco (AC) — 63,44
  23. Recife (PE) — 63,22
  24. Salvador (BA) — 62,18
  25. Maceió (AL) — 61,96
  26. Macapá (AP) — 59,65
  27. Porto Velho (RO) — 58,59
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