Tecnologia

Cadeira-academia permite praticar exercícios mesmo sentado

Exercícios são isométricos, a mesma base de outras atividades como pilates, que usam a pressão do próprio corpo para fortalecer a musculatura e prevenir lesões

Tao Chair: cadeita também ajuda a reduzir o estresse e a fortalecer os músculos (Divulgação)

Tao Chair: cadeita também ajuda a reduzir o estresse e a fortalecer os músculos (Divulgação)

DR

Da Redação

Publicado em 6 de janeiro de 2015 às 17h27.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - A startup Tao-Wellness anunciou na CES 2015 um novo produto o que pode ser a solução para quem quer emagrecer e ao mesmo tempo assistir aos seus seriados favoritos no Netflix: é a Tao Chair, uma poltrona que permite fazer exercícios físicos enquanto o usuário está sentado.

Além de queimar calorias, a Tao Chair ajuda a reduzir estresse e a fortalecer os músculos.

Os exercícios que a poltrona possibilita são isométricos, mesma base de outras atividades como pilates, que usam a pressão do próprio corpo para fortalecer a musculatura e prevenir lesões.

Para começar os exercícios, basta empurrar ou puxar os apoios de braço da cadeira.

Um display em um dos braços da poltrona ainda mostra quantas calorias foram queimadas e outras informações sobre a atividade.

Obviamente, a Tao-Wellness não criou a poltrona para que ela substitua todas as atividades físicas necessárias no dia a dia.

No entanto, ele se mostrou como uma boa opção para quem quer continuar cuidando da saúde enquanto assiste a televisão.

Por enquanto, a Tao Chair ainda é um protótipo, mas a startup pretende lançar o produto muito em breve no mercado.

Acompanhe tudo sobre:SaúdeSaúde e boa formaStartupsCESINFOExercícios Físicos

Mais de Tecnologia

Quantos apps têm acesso à sua conta? Como revisar e revogar permissões esquecidas

O que Google, Meta e Apple sabem sobre você? Saiba como baixar ou apagar seus dados

Como saber se seu e-mail e senha já vazaram — e o que fazer na hora para evitar invasões

Essa empresa vale US$ 7,5 bilhões — e está no centro de uma disputa sobre vigilância nos EUA