Feriados de fevereiro de 2026: Carnaval concentra pontos facultativos e altera o funcionamento de bancos, empresas e serviços públicos em todo o país. (Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil/Agência Brasil)
Redação Exame
Publicado em 2 de fevereiro de 2026 às 07h27.
Fevereiro de 2026 não terá feriado nacional obrigatório, mas o Carnaval transforma o mês em um período de pausa parcial nas atividades econômicas e administrativas em praticamente todo o país.
As datas, definidas pelo calendário litúrgico católico, influenciam diretamente o funcionamento de empresas, escolas, bancos e órgãos públicos, exigindo planejamento prévio de trabalhadores e empregadores.
Embora não seja considerado feriado nacional, o Carnaval opera, na prática, como um extenso conjunto de pontos facultativos, especialmente entre a segunda e a quarta-feira de Cinzas.
O Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa, seguindo critérios astronômicos e litúrgicos estabelecidos pela Igreja Católica. A data é calculada a partir do equinócio de março e da primeira Lua cheia subsequente, o que explica a variação anual.
Em 2026, o período oficial da festa vai de 14 a 18 de fevereiro, com maior impacto operacional entre a segunda e a terça-feira.
O ponto facultativo não equivale a feriado nacional, mas afeta o funcionamento de diversos setores:
A quarta-feira de Cinzas (18 de fevereiro) é ponto facultativo apenas até as 14h. Após esse horário, a retomada das atividades é prevista, embora muitas empresas optem por manter expediente reduzido ao longo do dia.
Para empresas
A ausência de feriado obrigatório, combinada com a prática disseminada de paralisação, cria desafios de planejamento. Cadeias de suprimento, logística e atendimento ao cliente costumam operar em ritmo reduzido.
Para trabalhadores
A legislação não obriga folga em pontos facultativos. No entanto, é comum que empresas concedam repouso remunerado ou compensação de horas para quem trabalha durante o período.
Para o turismo
Fevereiro é mês de alta temporada, com hotéis e serviços operando próximos da capacidade máxima. Em cidades como São Paulo, Rio e Salvador, há aumento significativo de preços e demanda.