Ancelotti fará a convocação da Seleção em 18 de maio (Imagem gerada por IA)
Repórter
Publicado em 11 de maio de 2026 às 05h50.
Última atualização em 13 de junho de 2026 às 06h13.
A Copa do Mundo de 2026 é a maior edição da história do torneio, com 48 seleções e três países-sede — EUA, México e Canadá. O Brasil começará sua busca pelo hexacampeonato neste sábado, a partir das 19h, contra Marrocos. O Brasil ainda enfrenta pelo Grupo C Haiti e Escócia.
A EXAME preparou um guia repleto de curiosidades sobre os primeiros adversários da nossa seleção na Copa, que começa em 11 de junho.
Marrocos será o primeiro adversário do Brasil na Copa do Mundo de 2026. A partida acontece em 13 de junho, às 19h. As duas seleções se enfrentaram apenas uma vez na história das Copas. Aconteceu em 1998, também na fase de grupos. O Brasil ganhou facilmente por 3 a 0, com gols de Ronaldo, Rivaldo e Bebeto.
Koutoubia mosque, Marrakech, Morocco (mmeee/Thinkstock)
Uma das curiosidades do país africano é que nele está a universidade mais antiga do mundo ainda em funcionamento. Trata-se de Al Quaraouiyine, em Fez. Originalmente fundada como uma mesquita em 859, tornou-se um dos principais centros espirituais e educacionais da chamada Era de Ouro Islâmica. Em 1963, tornou-se oficialmente parte do sistema universitário estatal de Marrocos. Alguns consideram que ela funcionou como uma madraça islâmica até depois da Segunda Guerra Mundial e só se tornou universidade em 1963.
Em 19 de junho, Brasil vai encarar o Haiti às 21h30. As duas seleções jamais se enfrentaram em Copas. Será o 50º rival diferente do Brasil em mundiais.
Será apenas a segunda vez que os haitianos participam de uma Copa. Na primeira, em 1974, ficaram em último lugar num forte grupo que tinha Argentina, Itália e Polônia, marcando dois gols e sofrendo 14.
Quando mudamos a seara da discussão, o país caribenho ganha muito destaque. Foi o primeiro país do mundo a abolir formalmente a escravidão, liderado por figuras como Toussaint Louverture e Jean-Jacques Dessalines. O processo foi feito durante a Revolução Haitiana (1791-1804).
Outro peso histórico foi de ter sido o primeiro país da América Latina a declarar independência. Isso aconteceu em 1804.
O terceiro adversário do Brasil na fase de grupos será a Escócia. A partida acontece no dia 24 de junho, às 19h. O país que faz parte do Reino Unido já encarou o Brasil quatro vezes em Copas passadas. Jamais venceu. Todos os encontros aconteceram na fase de grupos. Em 1974, empate por 0 a 0. Em 82, goleada do Brasil por 4 a 1. Em 1990, vitória magra brasileira por 1 a 0. E em 1998, na abertura da Copa da França, vitória de 2 a 1 para o Brasil. Note que o Brasil também encarou Marrocos na fase de grupos de 1998. Ou seja, quase uma "repetição" daquela disputa nessa primeira fase.
Castelo real de Balmoral na Escócia (AFP)
Indo para o aspecto histórico do país, a Escócia é conhecida por ter sido o berço de outro esporte: o golfe. A consolidação da modalidade veio no século XV. O telefone, um dos aparelhos mais revolucionários da humanidade, teve o escocês Alexander Graham-Bell como um de seus principais desenvolvedores.
Além disso, a Escócia é considerada o templo dos castelos. O motivo? Nenhum lugar do mundo tem mais dessas construções por metro quadrado. Ao todo, são mais de 2 mil castelos distribuídos em 78 mil km².
A Escócia também é conhecida pelo seu whisky. Há mais de 100 anos, o país é o maior produtor da bebida destilada. Segundo a consultoria Fortune Business Insights, o tamanho global do mercado de whisky escocês foi avaliado em US$ 38,67 bilhões em 2025. A Escócia exporta mais de 1,3 bilhão de garrafas por ano, equivalente a 44 garrafas por segundo para 174 mercados.