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Sem conseguir repetir escalações, Ancelotti terá que mudar o Brasil contra a Escócia

Desde que assumiu a Seleção Brasileira, o treinador nunca repetiu uma formação e sem Raphinha terá que fazer alterações diante dos escoceses

Carlo Ancelotti: em 14 jogos, o treinador nunca conseguiu repetir a escalação da Seleção (Mauro PIMENTEL / AFP) ((Foto: Jewel Samad / AFP))

Carlo Ancelotti: em 14 jogos, o treinador nunca conseguiu repetir a escalação da Seleção (Mauro PIMENTEL / AFP) ((Foto: Jewel Samad / AFP))

Alan Favaron
Alan Favaron

Colaborador

Publicado em 23 de junho de 2026 às 17h28.

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Carlo Ancelotti ainda não conseguiu repetir uma escalação desde que assumiu o comando da Seleção Brasileira. Seja por lesões, suspensões ou decisões táticas, o treinador italiano sempre precisou modificar a equipe de uma partida para outra.

Assim, diante da Escócia, nesta quarta-feira, 24, pela terceira rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026, a história se repetirá. A principal razão para uma nova mudança é a ausência de Raphinha.

O atacante sofreu uma lesão muscular na coxa direita durante o primeiro tempo da vitória por 3 a 0 sobre o Haiti e está fora do confronto decisivo da fase de grupos. Com isso, Ancelotti será obrigado a alterar novamente a formação titular da equipe, mantendo uma marca que acompanha seu trabalho desde a estreia no comando da Amarelinha.

Desde maio de 2025, quando dirigiu o Brasil pela primeira vez, o treinador nunca repetiu uma equipe de um jogo para o outro. Contra a Escócia, a Seleção entrará em campo com a 15ª escalação diferente da Era Ancelotti.

Copa do Mundo

Na estreia da Copa do Mundo, diante do Marrocos, o Brasil atuou com: Alisson; Ibañez, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha, Vinicius Júnior e Igor Thiago.

Já na segunda rodada, contra o Haiti, o treinador promoveu alterações principalmente por opção tática e escalou: Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha, Matheus Cunha e Vinicius Júnior.

As mudanças foram a entrada de Danilo na lateral-direita e a utilização de Matheus Cunha em uma função mais centralizada no ataque, ocupando o espaço anteriormente preenchido por Igor Thiago.

As alterações surtiram efeito. O Brasil apresentou uma atuação mais convincente, venceu por 3 a 0 e chegou à liderança do Grupo C.

Por isso, a tendência era que Ancelotti mantivesse a base para o duelo contra a Escócia. No entanto, a lesão de Raphinha impede que o treinador repita a formação utilizada diante dos haitianos.

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