Bruno Guimarães desperdiçou pênalti em partida contra a Noruega (OLGA FEDOROVA/EFE)
Repórter
Publicado em 5 de julho de 2026 às 18h23.
Última atualização em 5 de julho de 2026 às 19h15.
O pênalti perdido por Bruno Guimarães diante da Noruega, nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, colocou o volante em um grupo restrito da história da seleção brasileira.
A cobrança entrou para a lista de pênaltis desperdiçados pelo Brasil durante partidas de Mundiais, sem considerar disputas por penalidades após prorrogação.
O primeiro caso ocorreu na Copa do Mundo de 1934, na estreia brasileira naquela edição do torneio. Diante da Espanha, Waldemar de Brito teve uma cobrança defendida pelo goleiro Ricardo Zamora quando os espanhóis venciam por 1 a 0. O Brasil acabou derrotado por 3 a 1 e foi eliminado ainda nas oitavas de final.
Quatro anos mais tarde, na Copa de 1938, foi a vez de Patesko desperdiçar um pênalti. A cobrança ocorreu na vitória brasileira por 4 a 2 sobre a Suécia, na disputa pelo terceiro lugar.
O erro aconteceu no segundo tempo da partida, antes de a seleção confirmar sua melhor campanha em Copas do Mundo até aquele momento.
Com o pênalti não convertido por Bruno Guimarães contra a Noruega, a seleção brasileira registra mais um episódio em uma estatística incomum de sua trajetória em Mundiais, marcada por poucos erros em cobranças durante o tempo normal das partidas.