Olimpíadas de Inverno 2026: país busca vagas em até sete modalidades nos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026 (picture alliance / Colaborador/Getty Images)
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Publicado em 29 de janeiro de 2026 às 14h15.
Última atualização em 30 de janeiro de 2026 às 11h43.
O Brasil se prepara para disputar as Olimpíadas de Inverno 2026, que começam em 6 de fevereiro, em Milão-Cortina, na Itália. Esta será a décima participação brasileira no evento, em um cenário de ampliação da presença do país em esportes de gelo e neve.
A edição deste ano também marcará a maior delegação brasileira da história nos Jogos Olímpicos de Inverno. O país contará com 14 atletas e um reserva, distribuídos em diferentes modalidades, superando o número registrado em edições anteriores.
Com cerca de um mês para o início da competição, o ciclo classificatório entra na reta final. O país já tem vagas asseguradas e mantém chances reais em diversas modalidades do programa olímpico.
O Brasil deve competir em até sete esportes nas Olimpíadas de Inverno. As vagas envolvem disputas individuais e coletivas. Segundo o Comitê Olímpico do Brasil (COB), o país terá representantes nas seguintes categorias:
O programa olímpico total possui 16 esportes. O Brasil não obteve índices para nove modalidades. Entre as ausências estão hóquei no gelo, patinação artística, salto de esqui, luge e combinado nórdico.
No skeleton, Nicole Silveira é a principal competidora brasileira. Ela ocupa a 13ª posição no ranking mundial da categoria. No masculino, Eduardo Strapasson busca vaga por meio do sistema de realocação.
O bobsled masculino tenta classificar trenós em duas categorias. As modalidades são o 2-man (duplas) e o 4-man (quartetos). A equipe liderada por Edson Bindilatti disputa as vagas finais na Copa América. As provas em Lake Placid definem a classificação oficial.
No esqui alpino, o destaque é Lucas Pinheiro Braathen. O atleta obteve resultados expressivos em etapas da Copa do Mundo. Braathen compete nas provas de slalom e slalom gigante. O país também terá uma representante feminina no esqui alpino após 12 anos.
O ciclo olímpico de Milão-Cortina traz incentivo financeiro maior para os atletas brasileiros. O Comitê Olímpico do Brasil definiu reajuste de 40% no Programa Medalha.
Para provas individuais, os prêmios serão:
Em competições de grupo, o prêmio total chega a R$ 1,05 milhão. O montante é dividido entre os integrantes da equipe. O Brasil entra na reta final de preparação para as competições em solo italiano.