Flamengo segue com a maior torcida do Brasil (Gilvan de Souza/Flamengo)
Colaboradora
Publicado em 1 de agosto de 2026 às 17h57.
O Flamengo segue como o clube com a maior torcida do Brasil. Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado, 1º, mostra que 22% dos brasileiros declaram torcer pelo time carioca, que não só manteve a liderança da série histórica iniciada em 1993 como aumentou a distância para o segundo colocado, o Corinthians, com 14%.
O levantamento também mostra que 22% dos entrevistados afirmaram não torcer para nenhuma equipe, proporção que sobe para 29% entre as mulheres e cai para 13% entre os homens.
Fora do eixo Rio-São Paulo, a força da torcida rubro-negra é ainda mais evidente. No Nordeste, o clube tem 29% da preferência dos entrevistados, e nas regiões Centro-Oeste e Norte esse índice sobe para 34%.
O cenário muda no Sudeste, onde o Corinthians lidera numericamente com 20%, contra 16% do Flamengo — diferença que, considerando a margem de erro de três pontos percentuais, é um empate técnico. São Paulo (10%), Palmeiras (9%) e Cruzeiro (8%) completam as primeiras posições na região.
Já no Sul, quem lidera são times gaúchos: Grêmio aparece com 20% e Internacional com 15%. O Flamengo fica em terceiro lugar na região, com 11%, seguido por Corinthians (9%), Palmeiras (7%) e Athletico-PR (4%).
O Flamengo também é o time preferido nos dois recortes de gênero pesquisados. Entre os homens, tem 24% da preferência, à frente de Corinthians (15%), Palmeiras (8%) e São Paulo (7%). Entre as mulheres, soma 20%, seguido por Corinthians (13%), Palmeiras (6%) e São Paulo (5%).
A distância do Flamengo para o Corinthians se consolidou ao longo dos mais de 30 anos da série histórica do Datafolha. Em 1993, o clube carioca tinha 17% da preferência nacional contra 10% do time paulista.
Depois de um período de equilíbrio, que culminou em empate técnico de 16% a 16% em 2012, o Rubro-Negro voltou a abrir vantagem nas edições seguintes: 18% a 14% em 2014, 18% a 14% em 2018, 20% a 14% em 2019, 21% a 15% em 2023, 19% a 14% em 2024 e, agora, 22% a 14%.
A pesquisa ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, em 139 municípios das cinco regiões do país, nos dias 22 e 23 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.