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Turismo sustentável brasileiro é reconhecido internacionalmente

OCDE destaca modelo do Parque Bondinho Pão de Açúcar como referência em turismo regenerativo

Artigo publicado pela OCDE reforça impacto ambiental, social e econômico do atrativo carioca (Parque Bondinho Pão de Açucar/Divulgação)

Artigo publicado pela OCDE reforça impacto ambiental, social e econômico do atrativo carioca (Parque Bondinho Pão de Açucar/Divulgação)

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Publicado em 4 de junho de 2026 às 13h00.

O turismo regenerativo brasileiro ganhou projeção internacional com a publicação do artigo “Regenerative tourism: Rio’s model for resilient destinations”, assinado por Paulo Gontijo, Diretor de Relações Institucionais, Compliance e Sustentabilidade do Grupo Iter, no blog  oficial da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). 

O reconhecimento foi dado ao trabalho executado pelo Parque Bondinho Pão de Açúcar, atração do Rio de Janeiro. 

O que é a OCDE e qual a importância do reconhecimento?

A OCDE é um dos principais fóruns internacionais voltados ao desenvolvimento econômico, à cooperação global e à formulação de diretrizes para melhorar a qualidade de vida nos países membros. 

Formada por mais de 38 nações, a organização reúne governos e especialistas para debater soluções voltadas ao crescimento sustentável, inovação e fortalecimento de políticas públicas. 

O blog da entidade é uma plataforma que tem como objetivo compartilhar análises de referência relacionadas a políticas de Empreendedorismo, PMEs, Turismo, Regiões e Cidades. 

Artigo aborda turismo como agente transformador

No artigo, Paulo Gontijo aborda como o turismo pode atuar como agente transformador dos territórios, promovendo regeneração ambiental, fortalecimento das comunidades locais e governança colaborativa. 

Entre os exemplos citados está o trabalho realizado no entorno do Parque Bondinho, com iniciativas de reflorestamento, preservação da biodiversidade e desenvolvimento socioambiental em parceria com instituições públicas e privadas.

O texto destaca ainda os cerca de R$ 2 milhões investidos pelo parque e pelo Grupo Iter, holding que administra o atrativo, em ações de conservação de áreas verdes em que local está inserido entre 2014 e 2025, além do impacto social promovido pelo programa Educa Bondinho, que alcançou mais de 80 mil pessoas nos últimos dez anos por meio de atividades voltadas à educação e conscientização ambiental.

“O turismo regenerativo vai além da preservação. Ele busca deixar um legado positivo para os territórios, para as pessoas e para o meio ambiente. Ver esse debate sendo ampliado em um fórum como o da OCDE mostra que o Brasil tem experiências relevantes para compartilhar com o mundo”, conclui Paulo Gontijo, autor do texto.

 

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