Brasil

Marina Copola e Daniel Maeda são nomeados por Lula para diretoria da CVM

Copola terá mandato até 31 de dezembro de 2028, na vaga decorrente do término de mandato de Flávia Martins Sant'anna Perlingeiro

Lula: governo atual enfrenta muitos desafios em diversos setores (Ton Molina/Getty Images)

Lula: governo atual enfrenta muitos desafios em diversos setores (Ton Molina/Getty Images)

Estadão Conteúdo
Estadão Conteúdo

Agência de notícias

Publicado em 27 de dezembro de 2023 às 09h03.

Última atualização em 27 de dezembro de 2023 às 09h04.

Priorizar nos meus resultados Google

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, nomeou Marina Palma Copola de Carvalho e Daniel Walter Maeda Bernardo para a diretoria da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A nomeação está publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 27, e ocorre após a aprovação dos nomes, no último dia 12, pelo Senado Federal.

Marina Copola terá mandato até 31 de dezembro de 2028, na vaga decorrente do término de mandato de Flávia Martins Sant'anna Perlingeiro.

Já Daniel Maeda exercerá o cargo até 31 de dezembro de 2024, na vaga decorrente da renúncia de Alexandre Costa Rangel.

Marina Copola formou-se em direito em 2007 pela USP. Em 2013, concluiu o mestrado em direito econômico na mesma instituição. Atualmente, ela é professora do Insper e sócia de um escritório de advocacia. De 2009 e 2011, Copola atuou na CVM como assessora técnica na diretoria do órgão.

Daniel Maeda formou-se em engenharia civil pela UFRJ e em direito pela Universidade Estácio de Sá. Desde 2016, é superintendente de supervisão de investidores institucionais da CVM. Antes, ele passou por diversos outros cargos na autarquia.

Acompanhe tudo sobre:CVMLuiz Inácio Lula da Silva

Mais de Brasil

Alcolumbre rebate pressão por impeachment de Moraes e cita R$ 130 milhões para filme de Bolsonaro

PGR pede arquivamento de denúncias de Vorcaro contra 'supostas ameaças'

Vorcaro e Moraes: revelações ampliam sentimento antissistema e beneficiam Cury e Flávio Bolsonaro

Governo avalia risco de derrota da PEC do fim da escala 6x1 no Senado e votação é adiada