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Jair Bolsonaro deixa a UTI e é transferido para unidade semi-intensiva, diz Michelle

Ex-presidente foi internado no hospital DF Star, em Brasília, na sexta-feira, por broncopneumonia

Mateus Omena
Mateus Omena

Repórter

Publicado em 16 de março de 2026 às 15h49.

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O ex-presidente Jair Bolsonaro foi transferido da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para a unidade semi-intensiva do hospital DF Star, em Brasília, segundo informou a equipe médica. A mudança ocorreu após melhora nos indicadores da infecção que levou à internação.

A informação também foi divulgada por Michelle Bolsonaro em publicação nos stories do Instagram. Na mensagem, ela afirmou que a evolução no quadro clínico permitiu a transferência de ala.

"Com a melhora dos marcadores da infecção, meu amor foi transferido para a unidade semi-intensiva. Seguimos confiantes de que ele vai vencer mais esse momento. Obrigada por todo o carinho e pelas orações", escreveu a ex-primeira-dama.

O que é broncopneumonia, doença que causou internação de Bolsonaro?

Quadro de broncopneumonia

Bolsonaro estava internado na UTI do hospital desde sexta-feira, quando foi levado ao DF Star após apresentar mal-estar durante a madrugada no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como “Papudinha”, onde cumpre prisão. Ele chegou ao hospital com febre, vômitos e baixa saturação de oxigênio.

Os médicos diagnosticaram pneumonia bacteriana bilateral causada por broncoaspiração. O tratamento inclui antibióticos, fisioterapia respiratória e fisioterapia motora durante a internação.

Boletim médico divulgado mais cedo nesta segunda-feira já apontava melhora clínica e laboratorial nas últimas 24 horas. O documento registrou recuperação da função renal e melhora parcial dos marcadores inflamatórios no sangue, sinalizando resposta ao tratamento.

No boletim anterior, divulgado no domingo, a equipe médica havia informado estabilidade clínica e melhora da função renal, mas também indicou nova elevação dos marcadores inflamatórios no sangue. Diante desse cenário, os médicos ampliaram a cobertura de antibióticos e intensificaram a fisioterapia respiratória.

A transferência para a unidade semi-intensiva ocorreu após essa evolução no quadro clínico.

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