Eleições: entenda como funciona o processo eleitoral (Paulo Pinto/Agência Brasil)
Colaboradora
Publicado em 4 de outubro de 2026 às 05h00.
O primeiro turno das eleições 2026 será neste domingo, 4 de outubro, com votação das 8h às 17h, pelo horário de Brasília. O eleitor fará seis escolhas na urna: deputado federal, deputado estadual ou distrital, dois senadores, governador e presidente. Para votar, é necessário apresentar documento oficial com foto; o título de eleitor em papel não é obrigatório. Um eventual segundo turno será realizado em 25 de outubro.
O primeiro turno das eleições gerais de 2026 será neste domingo, 4 de outubro. Se houver segundo turno, ele será em 25 de outubro.
Neste ano, o eleitor escolhe seis cargos: deputado federal, deputado estadual ou distrital, dois senadores, governador e presidente da República.
Para votar, basta levar um documento oficial com foto e saber os números dos candidatos. O resto deste guia explica cada etapa.
O primeiro turno acontece em 4 de outubro, um domingo. As seções eleitorais funcionam das 8h às 17h, pelo horário de Brasília, em todo o país.
Um eventual segundo turno, em 25 de outubro, segue o mesmo horário.
Nos estados com fuso diferente, o relógio local muda, mas a votação começa e termina ao mesmo tempo para todos. Veja o horário local:
Quem estiver na fila no horário de fechamento tem direito de votar e recebe uma senha dos mesários.
O voto é obrigatório para quem tem entre 18 e 70 anos, e facultativo para aqueles com 16 e 17 anos e para maiores de 70 e para analfabetos.
Para votar, a pessoa precisa ter completado 16 anos até 4 de outubro e estar com o título em situação regular. O título regular é aquele que não está cancelado ou suspenso.
Quem não puder comparecer deve justificar a ausência. O TSE reúne as orientações na página de justificativa eleitoral.
Três passos simples evitam dor de cabeça na hora da votação:
Se pretende usar o e-Título como identificação, abra o aplicativo antes e confirme se a foto aparece.
É necessário apresentar um documento oficial com foto. O título de eleitor em papel não é obrigatório e não substitui o documento com foto.
São aceitos, inclusive em formato digital:
Documentos vencidos valem, desde que permitam identificar o eleitor.
Certidões de nascimento e de casamento não são aceitas. A carteira de trabalho digital também não.
Na seção, o eleitor apresenta o documento à mesa receptora. Quem tem biometria cadastrada pode ser identificado pela impressão digital, nos casos em que o procedimento estiver disponível.
A biometria ainda não é obrigatória. Nenhum eleitor será impedido de votar por não ter a biometria cadastrada. A regra está na Resolução TSE nº 23.759/2026. Ela prevê a identificação biométrica em todas as seções, mas determina que a ausência de biometria não impede o voto.
O celular, a câmera, a filmadora e qualquer aparelho eletrônico que possa comprometer o sigilo do voto são proibidos na cabine, mesmo desligados. Antes de entrar, o aparelho deve ser desligado e entregue à mesa receptora.
Quem usar o e-Título apresenta o aplicativo primeiro e depois guarda o celular no local indicado.
A colinha é permitida, desde que seja impressa ou escrita em papel.
A ordem é a mesma em todo o país. O eleitor vota seis vezes, nesta sequência:
Como são duas vagas para o Senado, é preciso escolher dois candidatos diferentes.
A urna mostra foto, nome, cargo e partido antes de cada confirmação. Confira os dados na tela antes de apertar "Confirma".
Para deputado federal e deputado estadual ou distrital, é possível votar em um candidato ou no partido (voto de legenda). Para senador, governador e presidente, o voto vai para um candidato.
Para votar em branco, aperte a tecla "Branco" e depois "Confirma".
Para anular, digite um número que não corresponda a nenhuma candidatura e confirme.
Votos em branco e nulos não são considerados votos válidos e não contam para nenhum candidato ou partido.
O TSE validou 12 chapas à Presidência. Além delas, o PRTB trocou a chapa de Pablo Marçal, que teve o registro negado, por Leonardo Avalanche. O registro de Avalanche ainda aguardava julgamento.
Veja os candidatos com o número que será digitado na urna:
O eleitor não vota separadamente para vice. Os dois nomes formam uma chapa e são eleitos juntos.
As listas variam em cada estado. O caminho mais seguro é o DivulgaCandContas, sistema do TSE que reúne dados de todas as candidaturas, com filtro por cargo e por estado.
Na consulta, confira a situação do registro de cada candidato antes de decidir o voto.
Um candidato pode aparecer como "Concorrendo" no sistema do TSE mesmo com o registro indeferido, enquanto ainda cabe recurso. A situação se chama sub judice.
Nesse caso, o candidato pode fazer campanha e ter o nome mantido na urna. Mas isso não significa que o registro foi aprovado.
Os votos recebidos nessa condição são considerados anulados sub judice. Se a decisão for revertida, os votos podem ser validados. Se o indeferimento se tornar definitivo, eles não valem para o candidato.
Para vencer já no primeiro turno, o candidato a presidente ou governador precisa de mais da metade dos votos válidos. Votos em branco e nulos ficam fora dessa conta.
Se ninguém alcançar esse percentual, os dois mais votados disputam o segundo turno, em 25 de outubro, das 8h às 17h.
Como o horário é unificado, a Justiça Eleitoral pode começar a divulgar os resultados a partir das 17h, pelo horário de Brasília.
A apuração começa após o encerramento da votação. A EXAME terá cobertura em tempo real da apuração e dos resultados das eleições 2026, com os dados da disputa para presidente, governadores e Senado, além da cobertura dos principais acontecimentos do primeiro turno.
A votação ocorre das 8h às 17h, pelo horário de Brasília. Nos estados com fusos diferentes, o horário local é ajustado para que as seções abram e fechem simultaneamente em todo o país. Quem já estiver na fila no horário de encerramento poderá votar.
É necessário apresentar documento oficial com foto, como carteira de identidade, CIN, passaporte, CNH, carteira de trabalho física ou e-Título com foto. O título de eleitor em papel não é obrigatório. Documentos vencidos podem ser aceitos desde que permitam identificar o eleitor.
O voto é obrigatório para eleitores entre 18 e 70 anos. É facultativo para pessoas de 16 e 17 anos, maiores de 70 anos e analfabetos. Para votar, o título precisa estar em situação regular.
Não. A ausência de biometria cadastrada não impede o eleitor de votar. Na seção eleitoral, é necessário apresentar um documento oficial com foto para identificação.
A ordem é: deputado federal, deputado estadual ou distrital, senador para a primeira vaga, senador para a segunda vaga, governador e presidente da República. Em 2026, o eleitor escolhe dois candidatos diferentes para o Senado.
A colinha impressa ou escrita em papel é permitida. Já celulares, câmeras, filmadoras e outros aparelhos eletrônicos que possam comprometer o sigilo do voto não podem entrar na cabine. Quem utilizar o e-Título deve apresentar o aplicativo antes e guardar o aparelho no local indicado.
Para votar em branco, basta apertar a tecla “Branco” e depois “Confirma”. Para anular, o eleitor pode digitar um número que não corresponda a nenhuma candidatura e confirmar. Votos brancos e nulos não são considerados votos válidos.
A Justiça Eleitoral pode começar a divulgar os resultados a partir das 17h, pelo horário de Brasília. Para presidente e governador, se nenhum candidato obtiver mais da metade dos votos válidos, os dois mais votados disputarão o segundo turno em 25 de outubro.