Tecnologia

CEO do Google pode receber R$ 3,5 bilhões até 2029

A maior parte da remuneração virá em ações da Alphabet e de duas subsidiárias

25 May 2023, Berlin: Sundar Pichai, CEO of Google and Alphabet, attends a press event to announce Google as the new official partner of the Women's National Team at Google Berlin. Photo: Christoph Soeder/dpa (Photo by Christoph Soeder/picture alliance via Getty Images) (Christoph Soeder/picture alliance via Getty Images/Getty Images)

25 May 2023, Berlin: Sundar Pichai, CEO of Google and Alphabet, attends a press event to announce Google as the new official partner of the Women's National Team at Google Berlin. Photo: Christoph Soeder/dpa (Photo by Christoph Soeder/picture alliance via Getty Images) (Christoph Soeder/picture alliance via Getty Images/Getty Images)

Luiz Anversa
Luiz Anversa

Repórter

Publicado em 7 de março de 2026 às 08h56.

Sundar Pichai, CEO do Google e da Alphabet, poderá receber até US$ 692 milhões — cerca de R$ 3,55 bilhões — nos próximos três anos, segundo um novo plano de remuneração divulgado na sexta-feira pela Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC).

O pacote coloca o executivo indo-americano, que comanda o Google desde 2015 e a Alphabet desde 2019, entre os CEOs mais bem pagos do mundo.

Pelo plano apresentado, o salário-base de Pichai continuará inalterado: US$ 6 milhões para o período de três anos, equivalente a US$ 2 milhões anuais. A maior parte da remuneração, entretanto, virá em ações da Alphabet e de duas subsidiárias — a Waymo, empresa de veículos autônomos, e a Wing, dedicada a entregas por drones.

Dividendos

O documento enviado à SEC estima que Pichai poderá receber aproximadamente US$ 130 milhões da Waymo e US$ 45 milhões da Wing. O montante final dependerá do desempenho das ações e, no caso da Alphabet, também do valor dos dividendos distribuídos.

“A estrutura atual e os incentivos anteriores na remuneração do Sr. Pichai trouxeram benefícios significativos para a Alphabet e seus acionistas”, afirmou a companhia no relatório submetido ao órgão regulador.

Segundo o documento, em caso de demissão, Pichai perderia todas as opções de ações ainda não exercíveis.

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