Quem é o bilionário que comprou quadro de Marilyn pintado por Andy Warhol

Dono de um império de galerias de arte, Larry Gagosian se envolveu em polêmicas até com a família real do Catar
 (Getty Images/Stefano Montesi - Corbis Colaborador)
(Getty Images/Stefano Montesi - Corbis Colaborador)
Por Agência O GloboPublicado em 10/05/2022 13:38 | Última atualização em 10/05/2022 13:45Tempo de Leitura: 2 min de leitura

A compra do famoso retrato de Marilyn Monroe, feito pelo americano Andy Warhol (1928-1987), causou frisson no mundo cultural e colocou em evidência um discreto investidor de artes. Larry Gagosian desembolsou US$ 195 milhões pelo quadro, elevando-o ao status de obras mais cara já produzida no século 20.

Aos 77 anos, Gagosian é dono de um império de galerias de arte, com 19 espaços de exibição espalhados pelo mundo, de Nova York a Hong Kong. Ele é considerado um dos maiores negociadores de arte do mundo, com vendas anuais estimadas em US$ 1 bilhão.

Neto de imigrantes armênios, estudou literatura inglesa na Universidade da Califórnia, em Los Angeles (UCLA). Começou a carreira vendendo pôsteres em um estacionamento da cidade nos anos 1970, para mais tarde se tornar uma das figuras mais poderosas no mundo das artes.

Ele já representou Warhol e vendeu suas serigrafias ao colecionador de arte suíço Thomas Ammann em 1986. Tem em sua lista de obras de arte exemplares de Damien Hirst, Jeff Koons e Takashi Murakami, entre outros.

Discreto, costuma comprar quadros e esculturas em nome de investidores, como o CEO da Blackstone, Steve Schwarzman. Mas não revelou em nome de quem arrematou o retrato de Marylin, intitulado Shot Sage Blue Marilyn, na noite de segunda-feira.

Bilionário Larry Gagosian

Apesar de preferir o anonimato, Gagosian já protagonizou polêmicas disputas. Uma delas opôs o bilionário americano Leon Black e um membro da família real do Catar em torno da posse da escultura de Pablo Picasso Busto de Mulher.

Enquanto Gagosian argumentava que havia comprado a escultura para Black por US$ 106 milhões, um agente do xeque Sheikh Jassim bin Abdul Aziz Al-Thani e da Autoridade dos Museus do Catar diziam que haviam fechado negócio antes, por US$ 47,4 milhões.

As partes chegaram a um acordo em 2017, e Black ficou com a escultura.

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