Pop

Atleta do breaking que virou meme nas Olimpíadas ganha documentário

Produção da Netflix revisita a apresentação viral de Rachael Gunn, ou Raygun, na modalidade de breaking em Paris-2024

Australia's Rachael Gunn, known as Raygun competes in the Women's Breaking dance Round robin of the Paris 2024 Olympic Games at La Concorde in Paris, on August 9, 2024. (Photo by Odd ANDERSEN / AFP) (AFP/AFP)

Australia's Rachael Gunn, known as Raygun competes in the Women's Breaking dance Round robin of the Paris 2024 Olympic Games at La Concorde in Paris, on August 9, 2024. (Photo by Odd ANDERSEN / AFP) (AFP/AFP)

Da Redação
Da Redação

Redação Exame

Publicado em 15 de agosto de 2026 às 15h32.

A participação de Rachael Gunn, conhecida como Raygun, nos Jogos Olímpicos de Paris-2024 vai ganhar um documentário.

A australiana, que se tornou um fenômeno viral após sua apresentação no breaking, é o foco de Untold Raygun: Breaking Badly, produção da Netflix que estreia em 1º de setembro.

O documentário acompanha o que aconteceu antes, durante e depois da participação de Gunn nos Jogos, incluindo a transformação da atleta em fenômeno mundial, a onda de memes e os ataques virtuais que vieram após sua apresentação.

A produção integra a série documental esportiva Untold e também aborda a desinformação e as teorias da conspiração que surgiram nas redes sociais para questionar como Raygun havia conseguido sua vaga na Olimpíada.

O que aconteceu com Raygun em Paris?

Raygun competiu aos 36 anos na primeira participação do breaking em uma edição dos Jogos Olímpicos. Ela enfrentou as principais atletas da modalidade na fase preliminar, mas não avançou na competição.

A apresentação rapidamente viralizou por causa de movimentos pouco convencionais, incluindo um salto inspirado em um canguru. O desempenho gerou uma onda de comentários, memes e paródias nas redes sociais.

A repercussão, porém, ultrapassou as brincadeiras e levou a ataques virtuais e acusações de que a australiana teria conseguido sua vaga olímpica de maneira irregular.

As teorias questionavam o processo de classificação de Gunn. A atleta afirmou posteriormente que havia conquistado a vaga ao vencer o campeonato da Oceania, competição que funcionava como classificatória direta.

Em entrevistas posteriores, a australiana falou sobre os efeitos da exposição e relatou o desconforto provocado pelos ataques e pelas teorias relacionadas à sua classificação. Gunn também afirmou que as acusações contra sua reputação e integridade não tinham fundamento.

A história já havia sido abordada pela televisão australiana. Em junho de 2025, o programa Australian Story, da ABC, exibiu um episódio sobre o fenômeno provocado pela atleta. Gunn, porém, recusou o convite para participar da produção.

Agora, a Netflix volta ao caso com acesso à trajetória da própria Rachael Gunn. O documentário tem aproximadamente uma hora de duração.

yt thumbnail
O breaking, modalidade que estreou em 2024, não fará parte do programa dos Jogos de Los Angeles-2028.

(Com O Globo)

Acompanhe tudo sobre:OlimpíadasNetflixParis (França)

Mais de Pop

Frozen 3: em cena inédita, Disney mostra nova vilã da animação; assista

'Encha Seu Kindle': autores nacionais dominam lista dos 10 livros mais vendidos

Quais atores já estão confirmados para o novo 'Harry Potter'? Veja detalhes do elenco

‘Star Wars: Starfighter’ exibe primeiras cenas com Ryan Gosling na D23