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Bitcoin ultrapassa US$ 78 mil e pode voltar a subir com melhora no apetite ao risco global

Maior criptomoeda do mundo pode subir até US$ 82 mil caso otimismo retorne para o mercado de criptoativos; especialista citou redução das tensões no Oriente Médio e demanda institucional como principais catalisadores

 (Reprodução/Reprodução)

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Mariana Maria Silva
Mariana Maria Silva

Editora do Future of Money

Publicado em 17 de abril de 2026 às 09h49.

Última atualização em 17 de abril de 2026 às 13h56.

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Nesta sexta-feira, 17, o bitcoin é negociado na casa dos US$ 77 mil, em um movimento de alta significativo. A maior criptomoeda do mundo volta a ter negociação positiva após um curto período de lateralização ao longo da semana. A melhora no apetite ao risco global com a redução nas tensões no Oriente Médio e a demanda institucional foram os principais catalisadores citados por um especialista da Bitget para justificar a alta recente.

Além disso, se conseguir se sustentar acima de US$ 76 mil, o bitcoin pode voltar a subir até US$ 82 mil. A criptomoeda já rompeu os US$ 75 mil, outro patamar de preço importante citado por especialistas anteriormente.

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No momento, o bitcoin é cotado a US$ 77.877, segundo dados do CoinMarketCap. Nas últimas 24 horas, a criptomoeda apresenta alta de 5%, enquanto acumula ganhos de 6,7% nos últimos sete dias e 9% nos últimos trinta dias.

Por outro lado, o Índice de Medo e Ganância, utilizado para medir o sentimento do mercado cripto, ainda sinaliza "medo extremo" em 21 pontos.

"O bitcoin avança, sustentado por um cenário técnico mais construtivo e pela melhora no apetite a risco global. A redução das tensões geopolíticas no Oriente Médio ajudou a destravar parte desse movimento, enquanto a demanda institucional segue como um dos principais pilares, com os ETFs à vista registrando entradas líquidas relevantes ao longo da semana", disse Gil Herrera, diretor de estratégia e operações da Bitget na América Latina.

"Esse fluxo — que já soma mais de US$ 330 milhões até quinta-feira, 16 — reforça a tese de continuidade da alta no curto prazo, especialmente se houver intensificação das alocações por parte de investidores institucionais. Por outro lado, dados on-chain mostram sinais de realização de lucros e distribuição, o que sugere cautela. Esse comportamento pode limitar o avanço no curto prazo, principalmente em níveis técnicos mais sensíveis", acrescentou.

"Do ponto de vista gráfico, o mercado volta a testar uma zona crítica: um rompimento consistente dos US$ 76 mil, acompanhado de volume, poderia abrir espaço para um movimento em direção à faixa entre US$ 80 mil e US$ 82 mil. Até lá, o bitcoin segue equilibrando forças entre o otimismo institucional e a pressão vendedora de curto prazo", concluiu o especialista.

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