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Editora do Future of Money
Publicado em 16 de janeiro de 2026 às 11h06.
Nesta sexta-feira, 16, o bitcoin voltou a recuar para os US$ 95 mil após ter se aproximado dos US$ 100 mil. A maior criptomoeda do mundo pode estar buscando suporte na região de preço dos US$ 95 mil, segundo especialistas. Nesse sentido, as perspectivas continuam otimistas para que o preço do bitcoin continue subindo.
No momento, o bitcoin é cotado a US$ 95.453, com queda de aproximadamente 1,5% nas pultimas 24 horas, segundo dados do CoinMarketCap. Desde o início de 2026, a criptomoeda ainda acumula alta de 9%.
O Índice de Medo e Ganância, utilizado para medir o sentimento do mercado cripto, voltou para a neutralidade em 49 pontos após ter sinalizado otimismo na última quinta-feira, 15.
"O bitcoin teve uma de suas semanas mais fortes dos últimos meses, alcançando US$ 97.924, impulsionado pelo otimismo em torno de uma inflação subjacente nos Estados Unidos abaixo do esperado. Ainda assim, o movimento perdeu fôlego no curto prazo, levando o preço a buscar suporte na região dos US$ 95 mil", disse Guilherme Prado, country manager da Bitget no Brasil.
"Embora a demanda institucional permaneça consistente, com os ETFs à vista acumulando entradas semanais de US$ 1,81 bilhão, o interesse do investidor de varejo continua baixo, o que ajuda a explicar a perda de momentum após a máxima recente", acrescentou.
"Do ponto de vista técnico, um fechamento abaixo da média móvel de 100 dias e do suporte imediato em US$ 95 mil pode abrir espaço para uma correção mais ampla, com a média de 50 dias, próxima a US$ 92.2 mil, atuando como principal zona de suporte. Por outro lado, os fundamentos seguem relativamente construtivos no médio prazo", disse Guilherme Prado, da Bitget.
"O volume de bitcoins mantidos em exchanges atingiu o menor nível em sete meses, enquanto métricas on-chain, como o Value Days Destroyed, indicam que os holders de longo prazo não estão realizando lucros de forma significativa. Isso sugere que a atual dinâmica de preços está mais ancorada em demanda estrutural e fundamentos de mercado do que em especulação de curto prazo", concluiu o especialista.
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