Marcelo Bielsa, que treinava o Uruguai, durante partida da Copa do Mundo (Patricia de Melo Moreira/AFP)
Repórter de internacional e economia
Publicado em 12 de julho de 2026 às 17h02.
Última atualização em 12 de julho de 2026 às 17h03.
Com a demissão do senegalês Pape Thiaw, depois de sua equipe perder nos 16 avos de final da Copa do Mundo de Estados Unidos, México e Canadá, já são 13 os técnicos que deixaram seus cargos após a participação no torneio, segundo levantamento feito pela agência EFE.
A Federação Senegalesa de Futebol (FSF) anunciou neste domingo a demissão de Thiaw, de 45 anos, e de sua comissão técnica após a eliminação para a Bélgica (3 a 2) em uma partida que os africanos venciam por 2 a 0, o que abriu um forte debate no país sobre a gestão do comando técnico.
Vários jogadores também expressaram sua decepção após a partida, como o meio-campista do Villarreal Pape Gueye, que anunciou nas redes sociais que faria "uma pausa" na seleção enquanto a atual comissão técnica continuasse no cargo.
A lista de treinadores demitidos durante o Mundial foi aberta pelo franco-tunisiano Sabri Lamouchi, afastado do cargo após sua primeira partida no Mundial, depois de perder por 5 a 1 contra a Suécia, no dia 15 de junho.
O tcheco Miroslav Koubek, o escocês Steve Clarke, o sul-coreano Hong Myung-bo e o argentino Marcelo Bielsa, técnico do Uruguai, deixaram suas seleções após não passarem da fase de grupos.
O argentino Sebastián Beccacece, técnico do Equador, o holandês Ronald Koeman e o alemão Julian Nagelsmann fizeram o mesmo por não superarem os 16 avos de final. E o mexicano Javier Aguirre, o português Carlos Queiroz (Gana) e o espanhol Roberto Martínez (Portugal), após as oitavas de final.
Zlatko Dalic, cuja equipe, a Croácia, também caiu nos 16 avos de final - precisamente para Portugal, a última seleção que havia ficado sem treinador -, também se juntou a esta lista.
Com EFE.