Ancelotti: técnico ressalta responsabilidade ao comandar a Seleção Brasileira (Foto: Roger Wimmer/ISI Photos/ISI Photos via Getty Images)
Colaboradora
Publicado em 12 de junho de 2026 às 19h02.
Ancelotti concedeu entrevista coletiva nesta sexta-feira às vésperas da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. O Brasil encara Marrocos neste sábado a partir das 19h.
O treinador italiano reconheceu a responsabilidade de comandar a equipe do Brasil, mas falou sobre a experiência de buscar a primeira vitória em jogos oficiais do torneio.
“É uma experiência nova e especial. A responsabilidade e a honra de representar o país do futebol. A Seleção (Brasileira) é a mais premiada do mundo. Eu quero aproveitar com alegria e felicidade esse momento, pois é algo muito bonito na minha história”, comentou o treinador.
Como sempre, Ancelotti manteve o mistério sobre a escalação do Brasil, mas destacou que o fato da equipe ter eficiência nas finalizações vai contar muito durante as partidas e não somente ter a posse de bola durante o jogo.
“A posse de bola é um aspecto do jogo, mas não é o mais importante. Em estatísticas, os gols são mais importantes. A ideia do jogo é ter o controle da bola. Precisamos estar compactos, porque todos os rivais, o Marrocos obviamente, têm a qualidade e podem criar problemas se não estivermos preparados”, ressaltou Ancelotti.
“O elenco é muito competitivo e temos muita qualidade. Eu acho que no banco também temos muitas qualidades que temos que aproveitar. Os últimos jogos mostraram que os jogadores que entraram mudaram a dinâmica do jogo. Isso temos que considerar. Todo mundo está focado na escalação inicial, obviamente. Mas também preciso fazer boas mudanças", comentou.
“Nós estamos convencidos de que podemos competir com todo mundo. Temos qualidade, experiência e uma equipe que nos dá confiança para competir”, finalizou o comandante.
Além disso, o técnico explicou o motivo de ter chamado Éderson às vésperas do início da competição, já que sofreu com o desfalque do lateral Wesley no amistoso contra o Egito.
“A dúvida da escalação dos 26 era levar nove defensores e cinco meias ou oito defensores e seis meias. Optamos por nove defensores para ter um defensor a mais, mas acho que os últimos períodos de Ibañez e Danilo nos dão confiança, então chamamos um meia a mais”, explicou.