Esporte

Como Messi virou bilionário: salários, patrocínios e decisões construíram fortuna do astro

Campeão do mundo com a Argentina, Lionel Messi ultrapassou a marca do US$ 1 bilhão em ganhos ao longo da carreira

 (Daniel Ramalho/Getty Images)

(Daniel Ramalho/Getty Images)

Gabriella Brizotti
Gabriella Brizotti

Colaboradora

Publicado em 24 de maio de 2026 às 10h28.

Lionel Messi acumulou títulos, recordes e prêmios individuais durante mais de duas décadas no futebol profissional. Mas o impacto do argentino não se restringe aos gramados.

Aos 38 anos, o camisa 10 também integra um grupo restrito de atletas que alcançaram a marca do bilhão em seu patrimônio. A fortuna construída pelo astro passa por salários milionários, contratos publicitários globais e investimentos fora do esporte.

A trajetória financeira de Messi começou a ganhar escala durante sua longa passagem pelo Barcelona.

Barcelona concentrou os maiores contratos da carreira

Formado nas categorias de base do clube catalão, Messi passou mais de 20 anos ligado ao Barcelona e se tornou um dos jogadores mais bem pagos da história do esporte.

Ao longo de sucessivas renovações, seus vencimentos cresceram até atingir cifras recordes no futebol europeu. Em seus últimos anos na Espanha, contratos e bônus colocavam o argentino entre os atletas mais bem remunerados do planeta.

Após deixar o Barcelona em 2021, Messi manteve ganhos elevados no Paris Saint-Germain antes de seguir para o Inter Miami, da MLS.

Nos Estados Unidos, o argentino aceitou um modelo contratual diferente, que inclui componentes comerciais ligados ao crescimento da liga e à expansão da marca do clube.

Patrocínios ampliaram ganhos fora de campo

Embora os salários representem parcela importante do patrimônio do jogador, os contratos comerciais tiveram papel fundamental na construção de sua fortuna.

Messi mantém uma parceria de longa duração com a Adidas e soma acordos com empresas dos setores de tecnologia, bebidas, games, telecomunicações e turismo.

A conquista da Copa do Mundo de 2022, no Catar, ampliou ainda mais seu valor de mercado.

Mudança para os EUA abriu nova frente de negócios

A transferência para o Inter Miami não teve apenas motivação esportiva. A chegada de Messi ao futebol norte-americano elevou receitas envolvendo ingressos, audiência, direitos de transmissão, patrocínios e exposição internacional da MLS.

Além do salário, o acordo do argentino passou a incluir participações vinculadas a parceiros comerciais da liga, movimento interpretado por analistas do mercado esportivo como uma estratégia de longo prazo para ampliar ganhos fora do modelo tradicional de remuneração no futebol.

Fortuna vai além do futebol

Nos últimos anos, Messi também expandiu sua atuação empresarial. O argentino tem investimentos ligados ao setor imobiliário, hotelaria e gestão de marca.

Acompanhe tudo sobre:Lionel MessiCopa do Mundo

Mais de Esporte

Veja qual time tem mais jogadores nas semifinais da Copa do Mundo

'Tem o futebol dentro dele': Rodri defende Lamine Yamal antes de Espanha x França

Copa de 2026 já teve mais público do que os torneios de 2018 e 2022 somados

Maldini será o novo diretor técnico da Itália e terá Leonardo como assessor