ESG

Parceiro institucional:

logo_pacto-global_100x50

NASA planeja instalar usina nuclear na Lua até 2030

Projeto conjunto com agência de energia dos EUA busca viabilizar base permanente no satélite

A expectativa é que o sistema entregue potência suficiente para viabilizar operações complexas

A expectativa é que o sistema entregue potência suficiente para viabilizar operações complexas

Da Redação
Da Redação

Redação Exame

Publicado em 17 de janeiro de 2026 às 19h25.

A NASA anunciou que pretende instalar e operar uma usina nuclear na superfície da Lua ainda nesta década.

O projeto, que está sendo desenvolvido em parceria com o Departamento de Energia dos Estados Unidos, visa fornecer energia constante e confiável para futuras bases lunares e missões espaciais de longo prazo, superando as limitações de fontes como a solar.

O plano prevê o desenvolvimento de um reator de fissão nuclear de superfície, capaz de gerar eletricidade de forma ininterrupta, mesmo durante as longas noites lunares, que duram aproximadamente 14 dias terrestres.

Isso tornaria a energia nuclear uma opção mais estável do que os painéis solares, especialmente em regiões permanentemente sombreadas ou distantes do alcance da luz solar.

Energia na Lua? entenda

A iniciativa está alinhada ao programa Artemis, que busca estabelecer uma presença humana sustentável na Lua e, posteriormente, viabilizar missões tripuladas a Marte.

O reator será projetado para operar por muitos anos sem necessidade de reabastecimento, alimentando habitats, laboratórios científicos, sistemas de suporte à vida e outras infraestruturas essenciais para estadias prolongadas.

Segundo a agência espacial, a energia nuclear é vista como um passo fundamental para criar uma infraestrutura robusta no satélite, permitindo pesquisas avançadas e servindo como uma base estratégica para explorações no espaço profundo.

A expectativa é que o sistema entregue potência suficiente para viabilizar operações complexas na superfície lunar, algo difícil de alcançar apenas com fontes intermitentes.

Acompanhe tudo sobre:LuaNasaEnergia nuclear

Mais de ESG

A Itália realizou seu primeiro leilão para armazenamento. Quais os aprendizados para o Brasil?

Projeto de habitação social de São Paulo é finalista de um dos maiores prêmios imobiliários do mundo

PL do Redata chega ao Congresso com exigências ambientais inéditas

ANP autoriza Petrobras a retomar perfuração de poço na Foz do Amazonas