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Rio avalia antecipar 3ª dose para idosos e reduzir intervalo da Pfizer

Paes diz que prefeitura também analisa a possibilidade de priorizar adolescentes com comorbidades ou deficiência na vacinação de menores

Oficialmente prevista para outubro, a aplicação da terceira dose da vacina contra a Covid-19 em idosos pode ser adiantada. Esse é o desejo, ao menos, do prefeito Eduardo Paes. Na divulgação do 31° boletim epidemiológico da cidade, nesta sexta-feira, ele disse que o atual calendário de vacinação da cidade pode sofrer alterações a partir do dia 18 deste mês, quando se encerra a imunização com a primeira dose de toda a população adulta. Uma outra razão para possíveis alterações no cronograma é a possibilidade de a prefeitura priorizar adolescentes com comorbidades ou deficiência na vacinação de menores, cuja data de início oficial anunciada é 23 de agosto.

A prefeitura ainda tem estudado, junto com a Secretaria municipal de Saúde, a redução do intervalo entre as duas doses do imunizante Pfizer. A mudança, caso ocorra, será após completar o cronograma de vacinação de toda a população adulta.

— A decisão, óbvio, final é da secretaria da Saúde e do secretário. Mas, primeiro, (coloco) a possibilidade de nós anteciparmos algo que nós estávamos prevendo para outubro, salvo engano meu, que é a terceira dose para idosos. Então, eu quero dizer que nós aqui na Prefeitura do Rio estamos trabalhando nessa direção. Óbvio, ainda é uma discussão, me parece, no nível federal. Vários países estão fazendo, tomando essa atitude. Aliás, acho que vi nos jornais que o Chile também começou a fazer. Então eu quero reforçar aqui o desejo da Prefeitura do Rio em dar a terceira dose para idosos. E eu pressionarei aqui — claro, palavra final sempre da secretaria de Saúde —, para que isso aconteça antes de outubro, que é o que estava previsto — disse o prefeito Eduardo Paes.

Ele também falou da proposta de adiantar a vacinação exclusiva de adolescentes com comorbidades ou deficiência, que têm mais chances de internação e óbito por Covid-19 que os demais adolescentes, como mostram estudos.

— Por isso estou dizendo que o calendário depois do dia 18 pode sofrer algumas modificações, que é também olhar para adolescentes com comorbidade e deficiência. Que é uma faixa etária, enfim, uma característica que entendemos que também é importante — afirmou.

Um outro tópico que Paes levantou é o possível encurtamento do intervalo entre a primeira e a segunda doses da Pfizer. Pesquisas internacionais mostram que a medida provoca um incremento na eficácia do imunizante. A pertinência da mudança já foi reconhecida até mesmo pelo Ministério da Saúde, que endossa a necessidade de abreviar a janela entre as duas injeções, mas ainda não deu um prazo para que isso aconteça a nível federal.

— Segundo ponto que eu quero dizer aqui que a gente pode adaptar esse calendário, diz respeito à segunda dose de quem tomou Pfizer. Há uma possibilidade, e o secretário Daniel Soranz já está trabalhando para isso, para que nós, a partir do dia 18, ou seja, todo mundo já tendo tomado a primeira dose em idade adulta, que a gente priorize vacinar a segunda dose mais cedo de quem tomou Pfizer — disse o prefeito. — Eu fixaria aqui, gente, o nosso calendário aí até o sábado dia 21 de agosto, que tem repescagem, dia 18 a gente termina, faz ali uns dias de repescagem, mas nós vamos insistir na história de vacinar a terceira dose para idoso, antecipar a segunda dose da Pfizer porque são medidas fundamentais na minha opinião, claro na opinião dos técnicos também, para que nós possamos salvar vidas. Vamos concentrar a semana que vem em terminar essa primeira dose, mas, provavelmente, nós devemos anunciar aí algumas medidas nessa direção que eu anunciei aqui.

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