Brasil

PM forma 'cordão' para cercar manifestantes em SP

Ato reuniu cerca de 200 pessoas para protestar contra os governadores paulista Geraldo Alckmin (PSDB), e do Rio, Sérgio Cabral (PMDB)


	Protestos contra o governador Geraldo Alckmin: esta foi a terceira manifestação realizada em São Paulo na semana - as outras ocorreram na terça-feira, 30, e quinta, 01
 (Marcelo Camargo/ABr)

Protestos contra o governador Geraldo Alckmin: esta foi a terceira manifestação realizada em São Paulo na semana - as outras ocorreram na terça-feira, 30, e quinta, 01 (Marcelo Camargo/ABr)

DR

Da Redação

Publicado em 2 de agosto de 2013 às 22h14.

São Paulo - Os governadores paulista Geraldo Alckmin (PSDB), e do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), foram alvos de um protesto na noite desta sexta-feira, 02, em São Paulo, que reuniu cerca de 200 pessoas, segundo a Polícia Militar. A PM tentou uma nova estratégia: formou um cordão e circundou os manifestantes no início do ato, às 19h, na Avenida Paulista. Até as 21h, o único momento tenso ocorreu quando policiais lançaram spray de pimenta, na Rua dos Belgas.

Esta foi a terceira manifestação realizada em São Paulo na semana - as outras ocorreram na terça-feira, 30, e quinta, 01.

A concentração começou por volta das 18h, no Museu de Arte de São Paulo (Masp). Meia hora depois, o major Genivaldo Antônio abriu uma negociação para que não houvesse violência. "É um exercício de cidadania, mas precisamos manter a ordem."

Às 19h, o grupo bloqueou a Avenida Paulista, no sentido Consolação. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), o congestionamento nesse horário foi de 266 km - o pico do dia. Em seguida, os manifestantes bloquearam a outra pista da Paulista, na altura da Rua Pamplona, e continuaram caminhando. Às 20h, o grupo entrou na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, no sentido do centro. Na Rua Conselheiro Carrão, um coronel negociou para que o bloco não voltasse para a Paulista.

Dois grupos de manifestantes passaram a divergir sobre o trajeto e se acusar mutuamente de apoiar a PM. Não houve acordo, e os manifestantes entraram na Alameda Joaquim Eugênio de Lima até a Paulista. No cruzamento das vias, os manifestantes votaram a definição do trajeto e, por volta das 21h30, passaram a caminhar rumo à Assembleia Legislativa.

Acompanhe tudo sobre:Política no BrasilProtestosProtestos no BrasilPolícia Militar

Mais de Brasil

Moraes dá 48h para Jair Bolsonaro explicar se deu aval a vídeo de IA na convenção de Flávio

Cleitinho diz ao PL que será candidato ao governo de Minas

Governo Lula vai ampliar prazo para aderir ao Desenrola 2.0

Lula provoca Trump por corte de verbas à OMS: 'tratamento de saúde não é para rico'