Brasil

Petrobras aprova PDV que pode impactar em até 1,1 mil demissões

A empresa afirma que o programa está alinhado ao plano de negócios e foi aprovado conforme o rito de governança interna

Luiz Anversa
Luiz Anversa

Repórter

Publicado em 3 de novembro de 2025 às 14h32.

O conselho de administração da Petrobras aprovou um programa de desligamento voluntário (PDV) nesta segunda-feira, 3, a empregados em atividade que tenham se aposentado pelo INSS antes da promulgação da Emenda Constitucional nº 103/2019, da Reforma da Previdência.

A companhia estima que aproximadamente 1.100 empregados se enquadram no público-alvo do programa. Os desligamentos estão previstos para ocorrer ao longo de 2026.

De acordo com a estatal, o impacto financeiro do PDV será reconhecido nas demonstrações contábeis conforme as adesões forem efetivadas.

A empresa afirma que o programa está alinhado ao plano de negócios e foi aprovado conforme o rito de governança interna. O PDV é descrito pela estatal como uma ferramenta de gestão de pessoal que permite transição de carreira para aposentados e contribui para a renovação gradual dos quadros da companhia.

Petrobras anuncia redução de preços do gás natural

A Petrobras anunciou que os preços de venda da molécula de gás natural para as distribuidoras terão uma redução média de 1,7% a partir deste sábado, 1º de novembro.

A atualização, segundo a estatal, segue os contratos firmados entre a companhia e as distribuidoras, que preveem reajustes trimestrais com base nas variações do petróleo Brent e da taxa de câmbio.

De acordo com a Petrobras, o novo cálculo considera uma alta de 2,18% no preço do Brent e uma valorização de 3,83% do real frente ao dólar no período.

A companhia afirmou que, desde dezembro de 2022, o preço médio da molécula vendida às distribuidoras já caiu cerca de 33%.

Acompanhe tudo sobre:PetrobrasDemissões

Mais de Brasil

Michelle 'não pode desistir no meio do caminho', diz Celina sobre disputa ao Senado no DF

Moraes nega pedido para que Javier Milei visite Jair Bolsonaro

Escassez de mão de obra qualificada custa R$ 335 bilhões ao Brasil, diz estudo

Em meio ao tarifaço, quem está na frente nas pesquisas para presidente?