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Juízes e árbitros da Rio-2016 são afastados após polêmicas

Dos 239 combates de boxe travados desde o início dos Jogos, "algumas decisões estiveram abaixo do nível esperado", indicou AIBA, cuja comissão reviu as disputas


	Boxe: "Sob as regras da AIBA, os resultados de todas as lutas serão mantidos"
 (Peter Cziborra/Reuters)

Boxe: "Sob as regras da AIBA, os resultados de todas as lutas serão mantidos" (Peter Cziborra/Reuters)

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Da Redação

Publicado em 17 de agosto de 2016 às 14h19.

Juízes e árbitros oficiantes nos Jogos Olímpicos Rio-2016 foram excluídos após várias decisões controversas, anunciou nesta terça-feira a Associação Internacional de Boxe Amador (AIBA), que organiza as provas no Rio.

Dos 239 combates travados desde o início dos Jogos Olímpicos, "algumas decisões estiveram abaixo do nível esperado", indicou AIBA, cuja comissão reviu as disputas.

"Por isso, foi decidido (...) que os árbitros e os juízes em causa não atuarão mais nos Jogos Olímpicos do Rio", indica em um comunicado. As lutas do boxe terminam no domingo com a final masculina da categoria superpesados (+91 kg).

"Sob as regras da AIBA, os resultados de todas as lutas serão mantidos", anunciou o órgão.

Na terça-feira, o irlandês Michael Conlan, derrotado nas quartas de final na categoria até 56 kg pelo russo Vladimir Nikitin, havia contestado com veemência a decisão dos juízes.

"Eles roubaram meu sonho olímpico", assegurou o atual campeão mundial de sua categoria e medalha de bronze em Londres-2012.

"Eu lhes disse que eram bastardos corruptos", indicou. "Acho que são podres por dentro (...) Estes são os Jogos Olímpicos mais corruptos da história", acrescentou.

E na segunda-feira, a vitória do russo Evgeny Tishchenko sobre o cazaque Vassiliy Levit também causou controvérsia. Tishchenko foi vaiado pelo público depois de ganhar por decisão unânime dos juízes.

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