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Dilma promete ampliar número de escolas com ensino integral

A finalidade é ampliar dos atuais 33 mil para 60 mil o número de colégios que oferecem atividades em turno complementar até o final de 2014

Dilma durante a 9ª Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente: "nenhum país desenvolvido tem escolas de período único” (Roberto Stuckert Filho/PR)

Dilma durante a 9ª Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente: "nenhum país desenvolvido tem escolas de período único” (Roberto Stuckert Filho/PR)

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Da Redação

Publicado em 12 de julho de 2012 às 13h50.

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Brasília - Diante de um público de crianças e adolescentes, a presidente Dilma Rousseff disse hoje (12) que o governo vai aumentar o número de escolas em tempo integral no país. Segundo Dilma, a finalidade é ampliar dos atuais 33 mil para 60 mil o número de colégios de ensino médio e fundamental que oferecem atividades em turno complementar até o final de 2014.

“Esse país precisa caminhar para a escola de tempo integral, não e só para tirar os nossos jovens e crianças das ruas, é também para garantir ensino de padrão de primeiro mundo. Nenhum país desenvolvido tem escolas de período único”, disse durante discurso na 9ª Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente.

A presidente destacou que a ampliação do turno escolar garante reforço aos estudantes nas disciplinas em que eles têm mais dificuldades, além de dar acesso a atividades culturais e esportivas. “Vamos disputar a economia moderna, a economia do conhecimento, aquela que agrega valor. Esse país vai ser desenvolvido quando as crianças e jovens tiverem acesso à educação de qualidade”, disse.

Na avaliação da presidente, uma grande nação deve ser medida não só pelas riquezas econômicas, mas também pelo que faz pelas crianças e adolescentes. “Uma grande nação tem que ser medida por aquilo que faz por suas crianças e adolescentes, e não pelo Produto Interno Bruto [que tem].”

A 9ª Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente começou ontem (11) e segue até sábado (14). Durante o encontro, será discutido um plano que prevê políticas públicas ao longo de dez anos, voltadas à proteção de menores que estão em abrigos, nas ruas e em conflito com a lei.

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