Brasil

CPTM demite funcionários após acidente

Funcionários foram responsabilizados pela colisão entre trens que deixou mais de 30 pessoas feridas na Linha 7-Rubi

Segundo a CPTM, os envolvidos foram chamados para esclarecerem o episódio (Wikimedia Commons)

Segundo a CPTM, os envolvidos foram chamados para esclarecerem o episódio (Wikimedia Commons)

DR

Da Redação

Publicado em 1 de março de 2012 às 20h54.

São Paulo - A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) demitiu ontem dois funcionários da empresa e suspendeu um terceiro, responsabilizados pela colisão entre trens que deixou mais de 30 pessoas feridas na Linha 7-Rubi, no dia 15 de fevereiro.

Segundo a companhia, foram mandados embora por justa causa um controlador que autorizou o trem de manutenção a trafegar na via férrea fora dos procedimentos operacionais internos; e a maquinista que conduzia a locomotiva que atingiu o trem de passageiros na região da estação Vila Clarice. Um segundo maquinista que acompanhava os trabalhos foi suspenso por negligência.

Conforme a conclusão da sindicância da CPTM, a maquinista conduzia o trem numa velocidade quatro vezes acima do permitido pela operação, que é de 10 km/h. O registro eletrônico apontou que a composição estava a 40 km/h. O terceiro funcionário foi suspenso por não ter alertado a maquinista que conduzia o trem sobre o desrespeito ao limite de velocidade.

Segundo a CPTM, os envolvidos foram chamados para esclarecerem o episódio, mas a maquinista não compareceu para prestar explicações, mesmo após o adiamento da oitiva devido a seu afastamento médico. Com isso, a companhia decidiu encerrar as investigações.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasSetor de transporteEstatais brasileirasEmpresas estataisTransporte e logísticacidades-brasileirasMetrópoles globaisSão Paulo capitalTransportesmobilidade-urbanaTrensCPTM

Mais de Brasil

Michelle 'não pode desistir no meio do caminho', diz Celina sobre disputa ao Senado no DF

Moraes nega pedido para que Javier Milei visite Jair Bolsonaro

Escassez de mão de obra qualificada custa R$ 335 bilhões ao Brasil, diz estudo

Em meio ao tarifaço, quem está na frente nas pesquisas para presidente?