Brasil tem 1.364 mortes por covid-19 em 24h, segundo maior número diário

Segundo dados do consórcio de imprensa, o país tem um total de 52.771 vítimas e mais de 1,15 milhão de infectados

O Brasil tem 52.771 mortes e 1.151.479 casos confirmados de coronavírus. Os dados são do consórcio de imprensa, que reúne UOL, Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo, O Globo, G1 e Extra.

O balanço, divulgado nesta terça-feira, 23, foi atualizado às 20 horas. É contabilizado com base nas informações das 27 secretarias de saúde estaduais.

Em 24 horas foram mais 1.364 vítimas e 40.131 testes reagentes para o SARS-CoV-2. É o segundo maior registro de mortes divulgado pelas secretarias. O recorde anterior foi no dia 4 de junho, com 1.470.

Com estes números, o país voltou a ficar em primeiro lugar entre os que mais registraram óbitos e casos no período de um dia em todo o mundo. Em relação a mortes, o México está em segundo, com 759 registros em 24h, segundo a plataforma Worldmeters.

Os Estados Unidos estão em segundo lugar no número de registros de novas infecções, com 26.643, de acordo com dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, sigla em inglês).

O país está há 39 dias está sem ministro da Saúde. Desde que Nelson Teich deixou o cargo, em maio, Eduardo Pazuello assumiu a função de forma interina.

Pazuello disse, nesta terça, que o Ministério só gastou 27% dos recursos contra a pandemia. Ela participou de uma audiência pública remota da comissão mista do Congresso Nacional criada para acompanhar as ações do governo federal contra a covid-19.

SP registra novo recorde de mortes

O estado de São Paulo registrou um recorde de mortes em 24 horas nesta terça-feira. De acordo com a Secretaria da Saúde, nesta quarta-feira, 17, foram confirmadas mais 389 vítimas, superando o registrando ontem, com 365 óbitos. No total, 11.521 pessoas perderam a vida no estado e 229.475 foram infectadas.

Uma pesquisa feita pela prefeitura de São Paulo aponta que quase 1,2 milhão de pessoas já podem ter sido infectadas pelo coronavírus na cidade. Considerando uma população de 12,25 milhões, a prevalência na cidade seria de 9,5%.

Os dados ainda são preliminares e foram apresentados pelo secretário municipal de Saúde, Edson Aparecido, em entrevista coletiva nesta terça-feira, 23.

Apoie a Exame, por favor desabilite seu Adblock.

Você já leu todo conteúdo gratuito deste mês.

Assine e tenha o melhor conteúdo do seu dia, talvez o único que você precise.

Já é assinante? Entre aqui.

Plano mensal Revista Digital

Plano mensal Revista Digital + Impressa

  • Acesse onde e quando quiser.

  • Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos sobre macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo, tecnologia e finanças.
  • Acesse onde e quando quiser

  • Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos sobre macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo, tecnologia e finanças.

  • Edição impressa quinzenal.

  • Frete grátis

R$ 15,90/mês

R$ 44,90/mês

Plano mensal Revista Digital

Acesse ilimitado a conteúdos exclusivos sobre macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo, tecnologia e finanças.

ASSINE

Plano mensal Revista Digital + Impressa

Acesse ilimitado a conteúdos exclusivos sobre macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo, tecnologia e finanças + Edição impressa quinzenal com frete grátis.

ASSINE