Michael Jackson: cantor morreu em junho de 2009 (Bill Nation/Sygma/Getty Images)
Repórter
Publicado em 27 de abril de 2026 às 13h55.
A cinebiografia “Michael”, sobre o cantor Michael Jackson, estreou em primeiro lugar na bilheteria brasileira e já foi assistida por mais de 1,6 milhão de pessoas no país. Segundo dados da Comscore, o filme já arrecadou R$ 40,2 milhões, considerando as sessões de pré-estreia.
Distribuído pela Universal Pictures no Brasil, o longa superou “Super Mario Galaxy” e liderou o ranking entre os dias 23 e 26 de abril.
O desempenho brasileiro acompanha o sucesso global do filme. Dirigido por Antoine Fuqua (Dia de Treinamento), o longa arrecadou US$ 97 milhões nos Estados Unidos e US$ 217 milhões no mundo no primeiro fim de semana, estabelecendo o maior lançamento da história para uma cinebiografia.
O Brasil aparece entre os destaques internacionais, com o maior primeiro dia já registrado para uma produção hollywoodiana do gênero, superando títulos como “Bohemian Rhapsody” e “Oppenheimer”.
“Michael” acompanha a trajetória do artista desde os tempos do Jackson 5 até o auge da carreira solo. O papel principal é interpretado por Jaafar Jackson, sobrinho do cantor, em sua estreia no cinema.
O elenco inclui ainda Colman Domingo e Nia Long, que interpretam os pais do artista, Joe e Katherine Jackson.
Com orçamento próximo de US$ 200 milhões, o longa está entre as cinebiografias mais caras já produzidas. Apesar das críticas negativas (entre 29% e 40% no Rotten Tomatoes), o filme teve forte recepção do público, com 96% de aprovação e nota A- no CinemaScore.
Mesmo com as controvérsias, o desempenho nas bilheterias posiciona “Michael” como um dos maiores sucessos recentes da indústria, com expectativa de superar US$ 700 milhões em arrecadação global ao fim da exibição nos cinemas.