Negócios

Nokia fechará unidade alemã e vende negócio de suporte

Companhia fechou a deficitária unidade de serviços na Alemanha como parte da reestruturação da joint-venture de telecomunicação


	Fim da unidade é parte de uma reestruturação da parceria entre Nokia e Siemens, que inclui reduzir o quadro de funcionários em 25%
 (Mario Anzuoni/Reuters)

Fim da unidade é parte de uma reestruturação da parceria entre Nokia e Siemens, que inclui reduzir o quadro de funcionários em 25% (Mario Anzuoni/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 5 de dezembro de 2012 às 09h07.

Frankfurt/Helsinque - A Nokia Siemens Networks anunciou nesta quarta-feira o fechamento da deficitária unidade de serviços na Alemanha, como parte da reestruturação da joint venture de telecomunicação.

Na véspera, fontes próximas ao assunto tinham afirmado que a joint venture desativaria a unidade, que presta serviços de rede e de gestão e emprega cerca de mil pessoas.

O fim da unidade, efetivamente até o fim de 2013, é parte de uma reestruturação da parceria entre Nokia e Siemens, que inclui reduzir o quadro de funcionários em 25 por cento e deve resultar em corte de 1 bilhão de euros nos custos.

Também nesta quarta-feira, a companhia anunciou que planeja vender à canadense Redknee o negócio de sistemas de suporte, dando sequência à venda de ativos não essenciais.

A Redknee pagará 15 milhões de euros (19,63 milhões de dólares) e um adicional de até 25 milhões de euros conforme o desempenho da empresa.

Na segunda-feira, a joint venture anunciou a venda da unidade de fibra ótica.

Acompanhe tudo sobre:Empresasempresas-de-tecnologiagestao-de-negociosEstratégiaNokiaCortes de custo empresariais

Mais de Negócios

A 'empresa invisível' por trás do Poupatempo tem um plano de R$ 90 milhões e não para de crescer

'Adolescente não precisa de skincare', diz Cris Arcangeli ao questionar estratégia de expansão

Um professor para 3 alunos: esta academia custa R$ 1 mil por mês e vai faturar R$ 70 milhões

Esta empresa de energia quase quebrou. Agora volta a crescer e vai faturar R$ 100 milhões