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Terremoto de magnitude 6,1 atinge o Chile; governo descarta risco de tsunami

Sismo foi sentido em Santiago e os tremores alcançaram áreas de Coquimbo, Atacama, Valparaíso, O'Higgins e Ñuble

Mateus Omena
Mateus Omena

Repórter

Publicado em 12 de fevereiro de 2026 às 16h43.

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Um terremoto de magnitude 6,1 na escala Richter atingiu, nesta quinta-feira, regiões do norte do Chile e foi sentido em diferentes cidades, sem registro de risco de tsunami. O abalo alcançou áreas de Coquimbo, Atacama, Valparaíso, O'Higgins e Ñuble.

O tremor ocorreu às 10h34, no horário local, a 54 quilômetros de profundidade. O epicentro foi identificado a 13 quilômetros a oeste de Punitaqui, na região de Coquimbo, segundo dados do Centro Sismológico Nacional da Universidade do Chile.

O sismo também foi percebido em Santiago, capital chilena, e foi seguido por uma réplica de magnitude 4,1 às 10h47, no horário local. O novo abalo ocorreu ao norte da mesma região de Coquimbo e não houve registro de danos significativos.

Sem risco de tsunami

As autoridades informaram que o evento não apresentou as condições necessárias para provocar um tsunami no litoral chileno. Com base na avaliação técnica, a possibilidade de formação de ondas foi descartada oficialmente.

O Chile está situado na porção sudeste do Círculo de Fogo do Pacífico, faixa geológica que concentra parte relevante da atividade sísmica global. A dinâmica ocorre em razão da subducção da placa de Nazca sob a placa Sul-Americana, processo que gera centenas de tremores de baixa magnitude ao longo do ano.

Em 1960, a cidade de Valdivia registrou o terremoto de maior magnitude já medido na era moderna, com 9,6 na escala Richter. O evento resultou em 1.655 mortes e permanece como referência histórica da atividade sísmica no país.

(Com informações da agência EFE)

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