Tumultos em Caracas: situação na Venezuela se agravou nesta terça-feira, 30 de abril, em razão da disputa pelo poder de Juan Guaidó e Nicolás Maduro (Carlos Garcia Rawlins/Reuters)
Gabriela Ruic
Publicado em 30 de abril de 2019 às 11h43.
Última atualização em 2 de maio de 2019 às 11h52.
São Paulo – A crise na Venezuela se agravou nesta terça-feira, 30 de abril. O líder oposicionista, Juan Guaidó, alegou ter o apoio de um grupo de militares para derrubar o presidente Nicolás Maduro. O governo chavista, por sua vez, fala em tentativa de golpe.
Na capital, Caracas, o clima é de tensão e expectativa, já que ainda não se sabe qual a resposta que o governo de Maduro dará à essa tentativa de derrubada. Tumultos, tiros e bombas de gás lacrimogêneo foram relatadas.
A crise política na Venezuela entrou em uma nova e mais grave fase nesta terça-feira. Juan Guaidó, oposicionista que se autodeclarou presidente interino do país, veio à público dizer que havia recebido o apoio dos militares para derrubar Nicolás Maduro do poder. O governo chavista, contudo, nega que esse apoio exista e não dá sinais de que cederá em sua posição.