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KitKat cria 'rastreador' para ajudar a encontrar chocolates roubados

Há cerca de uma semana, empresa confirmou o roubo de 12 toneladas de KitKats. Consumidores podem checar se produtos pertencem ao lote desviado na Europa

KitKat: empresa confirma roubo de 12 toneladas (Divulgação/Nestlé)

KitKat: empresa confirma roubo de 12 toneladas (Divulgação/Nestlé)

Rebecca Crepaldi
Rebecca Crepaldi

Repórter de finanças

Publicado em 4 de abril de 2026 às 14h45.

Depois do roubo de 12 toneladas de chocolate durante o transporte na Europa, às vésperas da Páscoa, a KitKat decidiu recorrer ao público e lançou uma ferramenta online para que consumidores verifiquem se os produtos adquiridos fazem parte do lote desaparecido, segundo a Fox News.

Em 28 de março, a marca da Nestlé informou que cerca de 413 mil barras desapareceram após saírem de uma fábrica no centro da Itália com destino à Polônia, de onde seriam distribuídas para outros países europeus.

O lançamento do rastreador ocorreu em 1º de abril, Dia da Mentira, o que levantou suspeitas nas redes sociais de que se tratava de uma ação promocional. A empresa, no entanto, afirmou que a iniciativa é legítima.

“Alguém realmente roubou 12 toneladas de KitKats. E nós realmente queremos saber para onde elas foram”, publicou a companhia no X.

“Por isso, criamos um Rastreador de KitKat Roubado que permite verificar se o seu KitKat faz parte do lote desaparecido. Ajude-nos a encontrá-los. Use o Rastreador de KitKat Roubado. Link na bio”, escreveu a marca.

Na página, chamada “Stolen KitKat Tracker” (rastreador de KitKat roubado, em tradução livre), o consumidor precisa informar o código do lote presente na embalagem. Se houver correspondência, o sistema indica que a barra pode ter vindo da carga desviada e solicita mais dados; caso contrário, informa que o produto não foi impactado.

A ferramenta funciona como um “rastreamento colaborativo”, permitindo à empresa mapear o destino dos chocolates enquanto envolve o público na apuração.

Segundo a Fox News, não há sinais de impacto para consumidores dos Estados Unidos, já que a carga tinha como destino o mercado europeu.

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