KitKat: empresa confirma roubo de 12 toneladas (Divulgação)
Repórter de finanças
Publicado em 29 de março de 2026 às 19h11.
O grupo suíço Nestlé informou que uma grande carga de chocolates KitKat foi roubada durante o transporte na Europa. Em comunicado oficial, a empresa confirmou que 12 toneladas de produtos desapareceram enquanto seguiam da região central da Itália para a Polônia.
Segundo a companhia, o carregamento — equivalente a 413.793 unidades de uma nova linha do produto — foi interceptado na semana passada enquanto era transportado entre fábricas e centros de distribuição. O caminhão partiu do centro da Itália e abasteceria diferentes países ao longo do trajeto.
“Podemos confirmar que 12 toneladas de produtos KitKat foram roubadas durante o transporte entre nossa fábrica no centro da Itália e seu destino na Polônia”, disse a empresa. A Nestlé acrescentou que “está trabalhando em estreita colaboração com as autoridades locais e parceiros da cadeia de suprimentos para investigar”.
Apesar do episódio, a companhia afirmou que não há riscos aos consumidores. “A boa notícia: não há preocupações com a segurança do consumidor, e o fornecimento não foi afetado”, informou no comunicado.
Em tom bem-humorado, um porta-voz comentou o caso ao citar o slogan da marca. “Sempre incentivamos as pessoas a fazerem uma pausa com o KitKat”, disse. “Mas parece que os ladrões levaram a mensagem muito a sério e roubaram mais de 12 toneladas do nosso chocolate.”
A companhia, no entanto, alertou para a possibilidade de que os produtos roubados sejam vendidos em canais não oficiais na Europa. Para mitigar esse risco, destacou que as unidades podem ser rastreadas por meio de códigos de lote.
“Se uma correspondência for localizada, o sistema apresentará instruções claras sobre como alertar a KitKat, que então compartilhará as provas de maneira adequada”, informou.
As investigações continuam em parceria com autoridades locais e empresas da cadeia logística, mas, até o momento, o caminhão e a carga seguem desaparecidos.
*Com informações da AFP