Mundo

Colômbia tem conversas de paz preliminares com ELN

Juan Manuel Santos deu início a conversas de paz exploratórias com os rebeldes do Exército de Libertação Nacional da Colômbia

Juan Manuel Santos discursa durante conferência de imprensa no palácio presidencial (Cesar Carrion/Presidência da Colômbia/Divulgação via Reuters)

Juan Manuel Santos discursa durante conferência de imprensa no palácio presidencial (Cesar Carrion/Presidência da Colômbia/Divulgação via Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de junho de 2014 às 16h45.

Bogotá - O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, deu início a conversas de paz exploratórias com os rebeldes do Exército de Libertação Nacional da Colômbia (ELN), informou o governo nesta terça-feira, poucos dias antes de os eleitores irem às urnas para votar no segundo turno de uma das eleições presidenciais mais acirradas em décadas.

O governo de centro-direita disse ter começado a discutir uma série de temas no início do ano para iniciar negociações formais e pôr fim a meio século de guerra com o ELN, enquanto também negocia com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) desde novembro de 2012 em Cuba.

"Expressamos à Colômbia e à comunidade internacional o desejo recíproco de discutir esta fase exploratória que nos permitirá concordar a respeito de uma agenda de trabalhos e estabelecer conversas para chegarmos a um acordo final”, declararam o governo e o ELN em um comunicado conjunto que a Presidência publicou no seu site.

“As delegações concordaram que a agenda irá incluir temas como as vítimas e a participação social”.

Santos enfrenta Óscar Iván Zuluaga, de direita, nas urnas no domingo, no que promete ser a eleição mais disputada em duas décadas. Zuluaga se opõe fortemente às conversas com as Farc e deve fazer objeção às negociações com o ELN.

Acompanhe tudo sobre:ColômbiaAmérica LatinaGuerrasDiplomaciaViolência política

Mais de Mundo

Netayahu diz que teve 'uma das melhores reuniões' com Trump na Casa Branca

EUA prorrogam por mais um ano ordem executiva de Trump aplicada ao Brasil

Por que pessoas ficaram presas em shopping no Japão após terremoto

Patriots, diplomacia e Rússia: os acordos de Trump e Zelensky na Casa Branca