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Editora do Future of Money
Publicado em 3 de fevereiro de 2026 às 10h33.
Nesta terça-feira, 3, o bitcoin sinaliza recuperação após ter despencado abaixo de US$ 75 mil no último final de semana. A maior criptomoeda do mundo teve um "alívio de curto prazo", segundo especialistas, graças ao retorno do apetite institucional e fluxos positivos em ETFs de bitcoin à vista. Apesar disso, o caminho ainda é longo até os US$ 100 mil, cotação que a criptomoeda chegou a se aproximar em alguns momentos de janeiro.
No momento, o bitcoin é cotado a US$ 78.320, com alta de 0,1% nas últimas 24 horas, segundo dados do CoinMarketCap. Nos últimos sete dias, a criptomoeda ainda acumula queda de 10,7%.
O Índice de Medo e Ganância, utilizado para medir o sentimento do mercado cripto, sinaliza "medo extremo" em 17 pontos.
"O bitcoin mostra sinais iniciais de estabilização ao se manter próximo dos US$ 78 mil após a forte correção da semana passada. A retomada pontual do apetite institucional — evidenciada por entradas de US$ 561,9 milhões nos ETFs de bitcoin à vista em um único dia, o maior fluxo positivo desde meados de janeiro, além da continuidade da acumulação por grandes players — ajudou a sustentar um alívio de curto prazo nos preços", disse Guilherme Prado, country manager da Bitget no Brasil.
"No entanto, para que esse movimento de recuperação ganhe tração e se torne mais sustentável, será fundamental a continuidade e o fortalecimento desses fluxos institucionais. Do ponto de vista técnico, um fechamento consistente acima de US$ 80 mil pode abrir espaço para um avanço em direção à região de US$ 82,6 mil, onde convergem um nível-chave de Fibonacci e a média móvel exponencial de 50 períodos. Ainda assim, o RSI diário em 29, em território de sobrevenda, indica que a pressão vendedora segue relevante, sugerindo que o mercado permanece sensível a novos catalisadores macroeconômicos e à dinâmica de liquidez global", acrescentou o especialista.
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