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Bitcoin abaixo de US$ 90 mil: a cripto vai continuar caindo?

Especialistas apontam para as perspectivas da maior criptomoeda do mundo no curto prazo, após ela cair abaixo de US$ 90 mil

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Mariana Maria Silva
Mariana Maria Silva

Editora do Future of Money

Publicado em 15 de dezembro de 2025 às 10h29.

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Nesta segunda-feira, 15, o bitcoin inicia a semana útil abaixo de US$ 90 mil, ainda influenciado pelo cenário macroeconômico dos Estados Unidos. Apesar do recente corte na taxa de juros do país, ainda há cautela nos mercados, levando investidores a reduzir o risco em suas posições.

No momento, o bitcoin é cotado a US$ 89.408, com alta de 0,3% nas últimas 24 horas, segundo dados do CoinMarketCap. Nos últimos sete dias, a maior criptomoeda do mundo ainda acumula queda de 2,4%.

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"Se houver continuidade do fluxo vendedor, o preço do bitcoin poderá buscar os suportes de curto e médio prazo nas regiões de liquidez dos US$ 85.6 mil e US$ 79 mil. Contudo, caso entre fluxo comprador e reverta o movimento, as próximas resistências estão nas faixas de preços de US$ 94.5 mil e US$ 101.3 mil", disse Ana de Mattos, analista técnica e trader parceira da Ripio.

Por que o bitcoin caiu abaixo de US$ 90 mil?

"O bitcoin perdeu fôlego após a recente recuperação e voltou a operar abaixo dos US$ 90 mil, refletindo um aumento da cautela nos mercados globais. A combinação de fraqueza nas ações americanas, maior volatilidade nos Treasuries e a proximidade de dados macroeconômicos relevantes nos EUA tem levado investidores a reduzir risco. Nas últimas 24 horas, US$ 293 milhões em posições alavancadas foram liquidadas", disse Guilherme Prado, country manager da Bitget no Brasil.

"Do lado técnico, o RSI em 44 aponta para um leve viés baixista, enquanto o MACD se aproxima de um possível cruzamento negativo, o que pode abrir espaço para a continuidade da correção em direção à região de US$ 85.5 mil — ou até US$ 80 mil em um cenário de maior aversão ao risco", acrescentou.

Previsão para o bitcoin

"O bitcoin deve seguir sensível ao noticiário macroeconômico, com a divulgação de três dados relevantes nos Estados Unidos ao longo da semana: inflação, mercado de trabalho e o índice de preços ao consumidor (CPI). Esses indicadores tendem a influenciar o apetite por risco nos mercados globais e podem aumentar a volatilidade do ativo. O mais provável é que a pressão vendedora persista, com o bitcoin testando suportes mais baixos", concluiu Guilherme Prado, da Bitget.

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